it's time to let it go, go out and start again.
16.12.14
13.12.14
Introspecção.
Antes de ir para a universidade eu morria de medo de tal decisão e mudança na minha vida, principalmente por ter que me debater com o desconhecido (cidade nova, pessoas novas, locais novos) com o qual nunca lidei muito bem a acumular com as responsabilidades todas que isso acartava (fazer comida, tratar da casa, cuidar de mim no geral). No entanto, lutei pelo meu sonho, enfrentei medos e algumas controvérsias familiares que surgiram e, mesmo quando chegou a hora de entrar no elevador daquele que viria a ser o meu prédio durante pelo menos os próximos 3 anos da minha vida, já depois de os meus pais e irmãos entrarem no carro para fazer a viagem de retorno ao nosso lar, eu desatei a chorar e aqueles segundos entre o rés-do-chão e o 3º andar foram os mais sufocantes da minha vida. Os pensamentos de desespero e desistência assolaram a minha mente, entre inúmeras lágrimas, a vontade de pegar no telemóvel e pedir-lhes que voltassem atrás e me levassem com eles, que eu jamais seria capaz de tomar conta de mim num local que eu desconhecia sem ter qualquer ajuda amiga, foi absoluta. No entanto, respirei fundo e um simples pensamento demoveu-me de tal acção:"se toda a gente que passa por isto consegue, porquê que eu não hei-de conseguir? se eu desistir neste momento o que me garante que o que vem em vez disto é melhor ou mais fácil de lidar?". Entrei no apartamento, liguei o computador e a televisão e passei a tarde toda a tentar não me sentir sozinha com as inúmeras vozes que saíam desses aparelhos.
O primeiro ano foi simplesmente maravilhoso. A adaptação correu melhor do que alguma vez imaginei, a cumplicidade e camaradagem que surgiu naturalmente com as pessoas que me acompanharam ao longo desse tempo foi fascinante e, até os professores pareceram mais simpáticos do que as histórias de monstros que ouvia de outras pessoas antes de eu própria entrar na universidade.
Com o segundo ano veio uma desilusão amorosa e um certo desânimo que se prolongou até ao terceiro ano onde, a acumular, surgiram dificuldades em cadeiras que ficaram por fazer.
Este ano, com essas cadeiras da licenciatura, decidi especializar-me ainda mais fazendo também o mestrado na mesma área. Reuni forças, a desilusão amorosa foi-se esbatendo deixando apenas tristes memórias e a paixão pela área de estudos foi-se reacendendo pelo facto de poder partilhar de experiências de editores que perderam um bocadinho do seu tempo para ir às nossas aulas esclarecer-nos melhor sobre as diferentes áreas da edição (algumas que eu própria nunca tinha pensado e que me fascinaram), com demonstração das próprias obras que eles editaram e publicaram, explicando sempre as dificuldades mas também o prazer que é criar um objeto simplesmente arrebatador que fez parte de toda a minha vida: o livro!
Apesar de algumas dificuldades e obstáculos, sei que tenho que me concentrar fundamentalmente na paixão e em toda a magia que há nesta área e, peça a peça, ir construíndo o meu percurso sem pressas nem demasiadas preocupações, porque é isto mesmo que eu quero! Quero concluir a minha licenciatura e o meu mestrado o melhor possível, quero ir para estágio, aprender o máximo e dar o máximo de mim nessa experiência, quanto ao resto, logo se vê! Muitas vezes fazer planos em situações que não podemos simplesmente controlar são o pior plano possível, porque saíndo tudo ao contrário daquilo que tínhamos perspectivado não nos deixa ver alternativas que, por vezes, são o melhor para nós!
25.11.14
hoje
foi dia de começar trabalhos sem propriamente lhes dar desenvolvimento... o que custa é começar. I'm not lazy, I swear.
15.11.14
my luck needs a map
Life is a mixed bag. We all get some good and we all get some bad.
Listen, this sucks. I know, big time and I do not know how this is going
to end; I don’t know how this is going to play out. But I know you.
I know that when it gets hard, you wanna run. But I’m telling you,
you’ve got to fight that. Sometimes, you’ve gotta stick around long
enough for your luck to find you.
- The Fosters
28.10.14
what it feels like to be on the beach with you right now.
I think anybody who falls in love is a freak. It's a crazy thing to do. It's kind of like a form of socially acceptable insanity.
16.10.14
6.10.14
mudança de planos or karma isn't a bitch at all
Recebi um e-mail da professora de Gestão de Empresas a dizer que por motivos de saúde amanhã (ou hoje tendo em conta que já passa da meia noite) não haverá aula... e eu preocupada com o aspeto das unhas, eu vou é poder dormir até tarde!
5.10.14
das futilidades
cometi o grave erro de pintar as unhas (dedos) de qualquer maneira sem sequer reparar que já não tinha cotonetes em casa... oh well, parece que amanhã vou com as unhas (dedos) todas mal pintadas para a aula de Gestão de Empresas (sim porque os vernizes da h&m são uma porcaria e não era depois de dar 3 camadas de verniz em cada unha que ia tirar o verniz das unhas todas...) e depois logo passo pelo jumbo para comprar as ditas...
28.9.14
dos comboios.
eu adoro andar de comboio, principalmente quando chove, quando têm pouca gente. gosto dos regionais porque não sendo demasiado apertados nem com lugares marcados, tornam-se mais acolhedores. na sexta-feira vim de comboio (dois comboios, porque tenho que mudar numa estação a meio do caminho). no segundo comboio, apinhado de gente como eu nunca tinha visto, um rapaz deixou-me passar à frente dele e talvez pela escolha de lugar não ser muito alargada, sentou-se no lugar em frente ao meu. ele tinha os olhos mais bonitos que alguma vez vi e eu nem sequer sou pessoa de olhos verdes, mas eram bonitos principalmente quando ele bocejava e eles se embaciavam de sono por breves segundos. o mais estranho de tudo é que eu podia olhar para eles o tempo que me apetecesse que ele não desviava o olhar nem se sentia desconfortável. são poucas as pessoas que convidam desconhecidos a olhar-lhes nos olhos o quanto lhes apetecer...
(hoje não sou pessoa de maiúsculas, não levem a mal.)
27.9.14
5.9.14
2.9.14
29.8.14
dar ouvidos.
You need to stop that, don't take it seriously like I said enjoy it but like everything else in this life... take it slow with one foot back... focus on being happy and ignore love, love is just scary and ends up fucking everything up and it's a feeling you cannot control but happiness in the other hand you can, and that will make you go through and will make you wanna wake up everyday. Confia em mim Rita, preocupa-te a ser feliz com pequenas coisas todos os dias e esquece "love amor" seja lá o que for, amor tu não controlas só sentes, por isso não vale a pena tentar controlar, mas se tentares ser feliz as coisas correm melhor. Vê se paras de te meter abaixo, é parvo e não faz sentido. Só te magoas a ti e és tu própria que o está a fazer, no one else, so cheer up girl!
Thank you! :)
23.8.14
17.8.14
10.8.14
5.8.14
4.7.14
currently reading.
"I nod. If there's one thing I've learned, it's this: we all want everything to be okay. We don't even wish so much for fantastic or marvelous or outstanding. We will happily settle for okay, because most of the time, okay is enough." - Every Day, David Levithan.
30.6.14
InstagraMês Junho
Como este mês não houve document your life decidi fazer outro projecto chamado InstagraMês que é uma junção de todas as fotografias que tirei e partilhei no instagram ao longo de junho! Apesar de tudo foi um bom mês, fui ao Rock in Rio e ao Oceanário, andei de teleférico, comprei 5 livros pelo AwesomeBooks, passei o meu primeiro mês com a minha gatinha nova Tori, fiz wraps, fiz batidos, fui feliz ao sol e à chuva! Se quiserem ver melhor as fotos cliquem em cima!
28.6.14
Exame e cenas:
Ontem tive o exame de TLE, correu super mal, nem vale a pena falar nisso porque vou repeti-lo dia 15 e espero fazer melhor figura. Depois do exame fui com a J. e com a P. ao cinema ver o (drumroll) The Fault in Our Stars!! Foi um bom filme, apesar do livro ser bem melhor na minha opinião, mas foi uma boa ideia ter a Paula a meu lado durante este filme senão dos meus olhos iam correr rios o tempo todo e, felizmente, só deixei cair poucas lágrimas apesar dos arrepios constantes durante o filme todo. Depois do filme a P. foi embora e eu e a J. ficámos no shopping à espera dos meus irmãos para jantarmos todos, enquanto isso fomos jogar air hockey, que é algo imprescindível cada vez que vamos ao cinema e fomos ao espaço casa onde comprei uma vela de cheiro a cappuccino, perfeita que só ela!
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