É que há pessoas que têm o dom de nos fazer bem! Que nos inspiram a querer sorrir e viver!Vim agora da secundária e revi a psicóloga Carolina que ficou bastante contente por me ver e eu a ela. Vi a P. T. que é sempre aquela fonte de boa disposição e meteu-se logo comigo e, finalmente, vi a P. F. com quem fui comer um gelado. Soube bem conversar com ela, como sempre, fico com forças para continuar e para continuar pelo melhor caminho. Falei do R. com ela... Ela disse-me que eu não me devia arrepender por uma coisa que fiz para o meu bem estar, que se eu não o tivesse feito continuava na expectativa e cada vez mais forte e isso ia ser pior para mim. Que há alturas que temos que ser um bocadinho egoístas e pensar em nós mesmos, que há pessoas que entram nas nossas vidas e até a influenciam bem (como no primeiro ano) mas não significa que fiquem sempre. E disse ainda uma coisa que fez todo o sentido: que a partir do momento em que uma pessoa diz à outra que sente algo mais que amizade, é impossível continuarem amigos. Eu fiquei confusa e ela acrescentou que se ele tivesse continuado tal como sempre tinha sido comigo, que não ia ser fácil para ele porque ia estar sempre preocupado se me estaria a dar esperanças e que não era justo ele estar comigo enquanto amigo sabendo que eu queria algo mais e ele não me podia dar... Fez sentido! Disse-me que eu não me podia deixar levar tanto pelas emoções e que tinha que aprender a ser mais pragmática, que o meu futuro dependia deste momento e o amor é passageiro. Falámos de mais coisas e ela disse-me que se amanhã quisesse ir tomar café com ela depois do almoço que estava disponível. Ainda não sei se vou... eu gostava mas a minha mãe não vai estar em casa o dia inteiro, não sei como há de ser, depois logo se vê!






