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3.8.19

and I feel so lonely.


“And the danger is that in this move toward new horizons and far directions, that I may lose what I have now, and not find anything except loneliness.” 
― Sylvia Plath

22.6.19

amanhã há mais.

"Sentir como uma perda irreparável o acabar de cada dia."
- José Saramago.

6.5.19

That's a way to put it.

"Is it that sometimes the pain inside has to come to the surface, and when you see evidence of the pain inside you finally know you're really here? Then, when you watch the wound heal, it's comforting... isn't it?"

21.2.19

This.

"No seu quadragésimo terceiro ano de vida, William Stoner aprendeu o que outros, muito mais jovens do que ele, tinham aprendido antes de si: que a pessoa que amamos no início não é a mesma que amamos no fim, e que o amor não é uma meta e sim um processo através do qual uma pessoa tenta conhecer outra."
- Stoner, John Williams. (P. 178).

9.2.19

This.

"Tentava ler aleatoriamente, para seu próprio prazer e indulgência, muitos dos livros que esperara anos para poder ler. Mas a sua mente não se deixava levar até aonde ele queria. A sua atenção desviava-se das páginas que tinha diante de si e, com frequência cada vez maior, dava por si a olhar fixamente em frente, para o vazio. Era como se, aos poucos, a sua mente se esvaziasse de tudo o que sabia e a força se lhe esvaísse da vontade. Por vezes, sentia-se como uma espécie de vegetal e ansiava por qualquer coisa - nem que fosse a dor - que o trespassasse, que o insuflasse de vida."
- Stoner, John Williams. (P. 164).

23.1.19

Currently reading.

"Um momento justapunha-se a outro e, no entanto, mantinha-se isolado dele, e Stoner tinha a sensação de estar desligado do tempo, a observá-lo passando diante de si como um grande diorama irregular."


- Stoner, John Williams. (P. 17/18)

18.1.18

on the wall.


"She never looked nice. She looked like art, and art wasn't supposed to look nice; 
it was supposed to make you feel something.”
- Rainbow Rowell.

2.12.17

currently reading.

"We were close, though. I know we didn't ever go on dates any more, but it's not like we didn't have fun together. (...) We're only halfway through season four of Game of Thrones together, Penny!"

Claramente não escolhi a melhor leitura para me distrair de coisas que me deixam triste...
Watching GoT together was our thing, urgh... :(

29.11.17

this.

"Learn to love your failures, Marcus, because it is your failures that will make you who you are. 
It is your failures that will give meaning to your victories."
- The Truth About the Harry Quebert Affair, Joël Dicker.

11.11.17

currently reading.

Desde pequena que incuti em mim o negativismo. A força do não em todas as premissas do meu ser. Nas mais variadas situações com que era confrontada, desde dar os primeiros passos sozinha enquanto bebé ao pôr o pé no acelerador do carro em adulta, prevaleciam o “não sei, não consigo, não quero”. O medo de falhar foi-se acumulando com o passar dos anos tornando-me numa pessoa absolutamente receosa de tudo… na minha mente tornou-se mais aceitável evitar os confrontos naturais da vida do que simplesmente tentar e ver no que dava, porque o que dava podia ter um desfecho negativo que me iria deixar devastada. As expectativas de alcançar algo positivo tornaram-se cada vez mais altas e ao mesmo tempo mais assustadoras. Sentir que eu ia alcançar algo bom parecia tão impossível que mais valia nem sequer tentar. Uma vez alguém importante disse-me: “Voar é mais difícil… Mas a paisagem é esplendorosa!”. Apesar de ter essas palavras coladas numa parede do meu quarto, sempre me pareceu algo inconcebível, inatingível. Pelo menos para mim… Sempre que tento fazer algo que me faz sentir fora da minha zona de conforto, sinto-me como se de repente estivesse no topo do Burj Khalifa e me dissessem para voar, assim, do nada… Para qualquer um à minha volta o voar assume uma noção de deixar-me levar e ser bem sucedida, no entanto, para mim, o voar assume a conotação de saltar. E saltar implica cair. E nesse momento, nos meus pensamentos, uma queda não é só uma queda. É uma queda com toda a gente a ver e a julgar, uma queda com muitos tombos pelo meio em diversos obstáculos horríficos, uma queda com um chão repleto de espetos aguçados prontos a acentuar toda a minha dor. Dor essa que ainda nem comecei a sentir porque ainda não arredei pé do topo do edifício e do qual decido simplesmente virar costas, descer um andar e ficar à janela a ver toda uma possibilidade de coisas que eu simplesmente não encaro.
 Esta constante fuga impede-me de cair, mas também de voar. Impede-me de ver toda essa paisagem esplendorosa que espera por mim. Essa fuga impede-me de viver!

"The importance of knowing how to fall, remember? 
The important thing is not the fall, because falling is inevitable. 
The important thing is knowing how to get up again. 
And we'll get up again." 
The Truth About the Harry Quebert Affair, p. 249.

5.3.17

I want to be okay.

Tenho-me tentado manter forte, motivada, bem-disposta. Não neste momento... Um estrondoso sentimento de solidão apoderou-se de mim. E com ele as saudades... Sinto falta das pequenas coisas que me faziam feliz só porque sim. Do parque que me motivava a caminhar e sentir o peso largar-me aos poucos. Mais o psicológico que o físico, apesar de ajudar nos dois. Do sol, de um dia bonito e poder partilhá-lo com pessoas. Mesmo que desconhecidas. Sinto saudades de explorar e conhecer locais novos, fosse uma rua, um café rústico, um gato curioso...
E agora que penso nisso, que sinto uma falta tremenda dessas coisas, é irónico pensar que em tempos tive tanto medo de as enfrentar... Tinha receio de me perder, isolava-me do desconhecido e escondia-me da felicidade.
E o pior de me sentir tão em baixo, é o facto de não conseguir arranjar forças para procurar uma solução, o que quer que seja... O medo apodera-se de mim e a insegurança faz-me recuar. 
Sinto-me só, perdida, sem um sinal que seja que me guie... Sinto-me cansada deste cansaço oco.
Já não anseio aquilo que nunca tive, já só quero o que conheci e me fez feliz. 

“If there's one thing I've learned, it's this: We all want everything to be okay. We don't even wish so much for fantastic or marvelous or outstanding. We will happily settle for okay, because most of the time, okay is enough.”
- David Levithan, Every Day.

25.2.17

little miss sunshine.

A real loser is someone who's so afraid of not winning he doesn't even try.

3.12.16

currently reading.

"But whether or not you are here, you are here - because these words are for you, and they wouldn't exist if you weren't here in some way."
- Dash and Lily's Book of Dares.

13.5.16

meter na cabeça.

Being afraid of things going wrong isn't the way to make things go right.

8.5.16

low expectations.

Sempre fui pessoa de criar baixas expectativas. Talvez derivado da minha falta de auto-estima e de achar que nunca nada ia correr bem e que eu não merecia nada acima do suficiente. Talvez por ser uma pessoa que se deixa derrotar e desmotivar facilmente, por ter dificuldade a combater as adversidades da vida, nunca me deixei levar por grandes sonhos ou aspirações. Nunca ansiei pelo muito, pelo melhor, pelo maior. Fico muitas vezes entusiasmada com determinada coisa, até que me apercebo da pessoa que sou e desço à terra, obrigo-me a ancorar os pés para não voar demasiado alto. Talvez não voar sequer. Uma vez em conversa com uma psicóloga admiti-lhe a custo que não me permitia criar demasiadas expectativas em relação a nada ou ninguém, pois sabia que se algo corresse mal a desilusão seria menor, o sofrimento seria menor, a culpa seria menor, ainda que eu não tivesse culpa de nada. E verdade seja dita, quando me empenho em algo ou alguém e dou o meu melhor, afeiçoo-me e a recuperação da desilusão é tremendamente difícil e demorada. No fundo, creio que não é com as expectativas que eu não consigo lidar, mas sim com a desilusão que por vezes advém quando não são correspondidas. 


“There is freedom waiting for you,
On the breezes of the sky,
And you ask "What if I fall?"
Oh but my darling,
What if you fly?”

26.4.16

winter is here.

Isn't it frustrating wanting someone who doesn't want you back? 
Of course it is. 
You're a romantic. I admire that. Sometimes I look at you and I think, "So that's what I'll be like when I grow old." 
If you grow old.