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12.9.18

ghosts.

It doesn't matter where I go
I know that you won't ever show

7.9.18

I just hate this so much.

Odeio sentir-me tão vulnerável. Odeio ter noção que tenho uma mente fraca e que sou facilmente controlada pelo pessimismo. Odeio desatar a chorar a meio da noite. 
Parece estar tudo a correr tão bem, mas não está. Pensei que sair de casa deles e ter o meu próprio espaço facilitaria. Mas esta cidade relembra-me todos os dias que os perdi. E aqui estou eu, sozinha, mais uma vez a ouvir a música que me acompanhou em noites consecutivas de choro compulsivo, tal como neste momento. 
Como é que é possível continuar a sentir tanta dor dentro de mim? 

24.7.18

it kinda sucks...

quando uma pessoa percebe que os poucos amigos que tem afinal não são amigos...

3.2.18

só mais esta.

com todas as letras da letra toda.

sigh.

Tive que parar de estudar para vir aqui descarregar o turbilhão de sentimentos que me estão a agitar neste momento... (as usual...)


But I wasn't ready then, and I'm still not...

Tenho sentido os níveis de stress aumentar substancialmente à medida que o tempo passa e sinto que Março está quase aí. E com ele a enorme responsabilidade de ter um emprego e todos os cenários que daí advêm. A sensação de estar a falhar em todos os aspectos da minha vida é constante e neste momento sinto-me à beira de um ataque de pânico porque sei que estou a criar demasiada pressão em mim própria face a coisas que neste momento ainda me são completamente desconhecidas. E isso por si só já é um motivo para eu andar tão nervosa... A vontade de sair deste sítio é maior do que nunca, mas já sinto as garras do conformismo a prender-me a força de vontade e a devorar-me a iniciativa que eu deveria estar a tomar em dar o primeiro passo... Parece tão fácil para os outros e, apesar da imensa vontade que sinto em ir, o medo é mais do que muito... Já estou a chorar e odeio-me ainda mais por isso, porque é a materialização do quão fraca sou, do quão fraca me sinto... Porque, para ser sincera, nos últimos tempos tenho-me sentido mesmo muito fraca, muito cansada... E eu sei que não é o cansaço normal porque já o senti antes e é o pior de cansaço que pode existir, é aquele que me leva até ao fundo do poço e me transforma no meu pior pesadelo. Só quero ter forças e coragem para enfrentar uma coisa que devia ser tão natural como respirar. Mas até isso custa ultimamente. Bah.

25.1.18

today is just one of those days...

Em que logo pela alvorada é uma batalha insuportável para abrir os olhos a uma realidade que não se quer presenciar. O sentimento de desistência reflecte-se na palidez e enregelamento da própria pele que sente dificuldade em ganhar qualquer tipo de conforto nas diversas camadas de roupa que afundam um espírito já por si só pesado... Um peso que se verifica no caminhar, no longo e vagaroso caminhar, que se arrasta por já não sentir o interesse e excitação de outrora. É difícil manter uma expressão dita normal, quanto mais compactuar com as exigências mínimas de sociabilização. São só rostos como tantos outros, máscaras que escondem tantos sentimentos desconhecidos tais como os meus. Mas os outros conseguem. Conseguem participar neste espectáculo que se chama vida e no qual eu não tenho qualquer vocação ou talento de representar. É todo um malabarismo de situações nas quais eu me sinto desajeitada apesar de tentar... Os espectadores riem-se e acham que foi propositado. Apesar de algum embaraço volto a tentar com mais afinco, mas os nervos fazem-me tropeçar e quase caio. Desperto um certo esgar de suspense, mas as gargalhadas permanecem. Reconheço então que, ao contrário de toda a seriedade e preocupação com que encaro a minha função, sou o palhaço de todo este circo. E surge em mim uma certa raiva, uma certa dor. Acima de tudo uma forte apatia por toda esta fantasia real a que chamamos vida. Em que por muito que se treine um ambicioso truque de ilusionismo ou se tenha o dom de domar as mais bestiais das feras, somos engolidos pelo julgamento dos demais e acabamos por cair do trapézio perdendo qualquer tipo de mérito ou reconhecimento pelo qual tanto se lutou...
Hoje foi só um dia infeliz, amanhã há mais.

So give me hope in the darkness that I will see the light 
Cause, oh, they gave me such a fright

31.12.17

It feels like I only go backwards.

I was trying really hard to focus on a positive mindset for the new year, the internet will probably come back, I was hoping to go to Porto and Aveiro for the only week I have free and everything seemed like it was finally getting into place, that I had an oppportunity to start the year on a good and happy note. And when I embraced that positive thought and didn't mind to get my hopes high, life had to fuck everything like usually... I woke up this morning with a freaking pain in my chest and back and I could barely breath... I started crying because of the stupid bad luck I have. I just hate that I can't control things, my things, I hate that I let myself into thinking that everything will be fine and then everything just gets worse... 
Now I'm in bed, in pj, listening and freaking out with all the fireworks because it reminds me of the explosions that happened during the fire, and I get this unsettling thought that any time soon something bad will happen... Like I'm not buried in shit already... I'm just so tired of everything going bad, I don't know how am I supposed to keep a positive mindset when I can't catch a break... I try to motivate myself and focus on the good things, but it's hard sometimes, specially when you try really hard to start over and fight for happiness but shit like sickness just keeps getting in the way... 
I know I can't compare myself to others, because everyone has to deal with their own problems, but honestly sometimes I can't stop myself from thinking that some people have everything and I wish I had half of it... 
Now while everyone goes celebrate the freaking new year I'll just go google how to not feel sorry for myself when everything sucks. Bye.

17.12.17

197.

I hate to be so weak… I hate that I miss them so much I can’t live properly and make them proud of me even though they’re not here anymore… I hate that I can’t overcome the loss of the only people that not only made me feel safe but also made me feel I could conquer my fears. I hate that our story is fading away as time passes. I hate that I keep overthinking supposed signs that keep appearing and I don’t know how to interpret them… I hate that I don’t have my grandparents wisdom and love to guide me through dark times anymore… I hate that I can’t be with them anymore and hug them so tight we could merge into only one soul. I hate that I miss them so much and I can’t do anything about it…


Há bocado encontrei este postal que me escreveste pelo meu oitavo aniversário... Dez anos antes de morreres, sem sequer poderes cumprir a tradição de me presenteares com os postais de anos mais bonitos e simbólicos do mundo no meu décimo oitavo aniversário, aquele que me lembro de ter sido o mais triste de sempre... Hoje encontrei este e desatei a chorar porque é inevitável não sentir tanta tristeza cada vez que me apercebo que não estás cá, que não é apenas a distância de quilómetros a separar-nos, mas sim uma distância para além de física... Mas também porque o nosso pinheiro mais cedo ou mais tarde será deitado abaixo... Aquele que me lembro de ter sido o meu primeiro e maior medo de sempre, que me preenchia as noites de pesadelos tumultuosos e acordavam as noites de cá de casa com gritos e lágrimas da minha parte e ninguém entendia porquê... Ninguém a não ser tu! Parece que foi ontem que te sentaste comigo e quiseres ter uma conversa séria comigo, uma conversa que se tornou num dos momentos de maior união e cumplicidade entre nós. Entendeste os meus medos, explicaste-me a importância da natureza, ajudaste-me a tornar um momento tão difícil num dos mais bonitos de sempre. Atribuíste o meu aniversário ao pinheiro e conferiste-lhe uma idade. Aquilo que era o maior monstro da minha vida tornou-se num dos nossos melhores amigos!
Infelizmente, esse que foi um dos maiores símbolos da nossa relação de avô-neta mais cedo ou mais tarde será abatido. A vida dele, tal como a tua, estará prestes a chegar ao fim e mais do que nunca lembro-me de ti... É como se a ausência deste pinheiro gigante fosse realçar ainda mais o impacto da tua ausência na minha vida. Uma ausência que custa tanto a suportar... 

4.12.17

Estou farta!!!!!!!

Estou farta de tudo! Estou farta de ter que depender de tudo e todos, para fazer o que seja, principalmente de depender dos meus medos! Estava tão entusiasmada com a formação e agora só vejo desvantagens nisto, só me está a trazer chatices e dores de cabeça! Passei a sexta e o fim-de-semana numa pilha de nervos porque a carta não veio a semana passada e hoje também não veio! Lá porque não tenho emprego não significa que não precise de tratar do resto da minha vida! Estou farta que as pessoas não se preocupem mais em ser profissionais e responsáveis e depois exijam isso dos outros, estou farta que não se cumpram prazos, que não se informe ninguém de nada, que seja tudo tratado de qualquer forma, não há regra nenhuma em nada e cada um anda à deriva da merda que os outros fazem! Estou farta de não ter coragem para nada e não conseguir ganhar o mínimo de independência que preciso! Estou farta de não ter controlo sobre nada de nada! Estou farta de sentir que só recuo quando todo o mundo parece andar para a frente, estou farta de sentir que preciso de mais e não conseguir fazer nada por isso! Estou farta de sentir que estou num colete de forças permanentemente e que estou no meio de uma multidão, com uns a empurrar-me para a frente, outros para trás e eu acabo por não sair do mesmo sítio e a ficar cada vez com menos espaço para respirar! Estou farta de ser tão fraca que à mínima coisa desato a chorar e a pôr-me ainda mais para baixo! Estou farta de me sentir enclausurada nesta terra que cada vez me diz menos e sentir-me cada vez mais longe da saída! Estou farta que esteja tudo tão errado comigo e eu não consiga corrigir nada! Estou farta de tudo, só quero poder carregar no botão de desistir e nem isso consigo... Quem me dera que amanhã não houvesse mais.

2.12.17

currently reading.

"We were close, though. I know we didn't ever go on dates any more, but it's not like we didn't have fun together. (...) We're only halfway through season four of Game of Thrones together, Penny!"

Claramente não escolhi a melhor leitura para me distrair de coisas que me deixam triste...
Watching GoT together was our thing, urgh... :(

21.11.17

when you try your best, but you don't succeed

If you never try you'll never know 
Just what you're worth
...
O pior é quando tentamos, tentamos, tentamos, 
mas no fim só nos apercebemos que não valemos nada de nada, de nada, de nada...

19.11.17

boys will be boys.

Ainda há-de chegar o dia (ou a noite) em que eu me convença de que não adianta de nada pensar em quem já não pensa em mim... Argh!

28.9.17

ansiedade antecipatória.

Toda a minha vida senti em inúmeras situações um medo enorme do novo, do inesperado, da mudança. Desde as mudanças de escola (básica para ciclo, ciclo para secundária, secundária para universidade), ter que interagir com pessoas desconhecidas, conhecer locais novos, enfrentar obstáculos naturais do crescimento inerente a um ser humano (conduzir, arranjar emprego, etc.). Todos estas situações nutriam em mim uma relutância enorme, a minha cabeça enchia-se de mil e um cenários que podiam levar a um desfecho terrível e isso fazia com que eu quisesse evitar e fugir de tudo aquilo que sentia que me podia fazer mal. No entanto, eu sempre tive plena consciência de que a maioria destas coisas eram coisas naturais de se ter que enfrentar, coisas pelas quais toda a gente passava na vida, eu tinha consciência de que eu própria não era menos que os outros para não as fazer, mas por algum motivo eu não conseguia tomar a iniciativa, o primeiro passo. E este motivo sempre foi algo que me meteu muita confusão, eu própria não entendia porquê que a minha mente assumia controlo das minhas acções ao ponto de não as querer realizar, tanto eu como as pessoas à minha volta explicávamos isto com inúmeros adjectivos: que eu era medricas, preguiçosa, desleixada, tímida, incapaz, anti-social, insegura, cobarde entre muitos outros que podem ter um bocadinho de influência, mas que ontem foi finalmente diagnosticado: ansiedade antecipatória.
Assim que a psicóloga disse estas palavras e explicou o conceito, tudo fez sentido na minha cabeça. Vim para casa, contei à minha mãe, pesquisei na internet, mas por algum motivo, só hoje de manhã é que isto realmente me despertou algo. E neste momento estou a escrever este texto e a chorar imenso, porque é tão estranho algo que me acompanhou a vida toda, mas que nunca fez muito sentido para mim porque não tinha noção da razão de ser desta minha maneira de pensar, de um dia para o outro ter-se tornado numa realidade concreta. Algo com um nome. Algo que existe de facto e que justifica completamente os meus comportamentos ao longo da vida. Mas, se por um lado me deixa aliviada finalmente saber aquilo que tomou conta da minha cabeça ao longo de 24 anos, por outro torna tudo tão mais assustador... E lá está, acho que isto é mais uma das reacções da ansiedade antecipatória, eu neste momento já estou com medo e a prever coisas que podem nunca acontecer pelo facto de eu sofrer disto, mas a verdade é que tenho medo e é terrível sentir que perco o controlo de tudo e de mim própria. 
Toda a gente me diz que é normal as pessoas terem medo, que uma mudança é assustadora para toda a gente, mas que se tem que enfrentar. No entanto o que para muita gente é normal, para mim simplesmente me paraliza. Para mim não faz sentido uma criança de 4º ano pedir aos pais para chumbar porque tem medo da nova escola, tem medo de mil e uma coisas que possam acontecer de mal. Não faz sentido eu ter medo de combinar saídas com a minha melhor amiga e (na maior parte das vezes inventei mil e uma desculpas para não estar com ela quando isso me fazia sentir a pior pessoa), porque simplesmente não conseguia enfrentar os mil e um cenários que surgiam na minha cabeça, o facto de existirem outras pessoas com quem eu não conseguia conversar, ou por irmos a um sítio novo e desconhecido, ou por simplesmente ter medo que ela já não quisesse ser mais minha amiga). Não faz sentido estar a fazer algo que gosto (por exemplo tocar bateria), mas cada vez que recebo uma nova música para tocar dizer logo que não consigo porque mil e um medos se apoderam de mim. Não faz sentido ambicionar ser alguém na vida e depois não conseguir fazer nada para realizar os meus sonhos e objectivos porque a minha cabeça se enche de tudo o que pode correr mal, de todas as pessoas que posso desiludir, de ter noção que realmente não sou capaz e isso simplesmente me impedir de tomar iniciativas que me fazem andar para a frente com a vida. 
Estes entre muuuuuitos outros exemplos, de grande relevância ou pequena, nunca fizeram sentido para mim, até ao dia de ontem... 

5.3.17

I want to be okay.

Tenho-me tentado manter forte, motivada, bem-disposta. Não neste momento... Um estrondoso sentimento de solidão apoderou-se de mim. E com ele as saudades... Sinto falta das pequenas coisas que me faziam feliz só porque sim. Do parque que me motivava a caminhar e sentir o peso largar-me aos poucos. Mais o psicológico que o físico, apesar de ajudar nos dois. Do sol, de um dia bonito e poder partilhá-lo com pessoas. Mesmo que desconhecidas. Sinto saudades de explorar e conhecer locais novos, fosse uma rua, um café rústico, um gato curioso...
E agora que penso nisso, que sinto uma falta tremenda dessas coisas, é irónico pensar que em tempos tive tanto medo de as enfrentar... Tinha receio de me perder, isolava-me do desconhecido e escondia-me da felicidade.
E o pior de me sentir tão em baixo, é o facto de não conseguir arranjar forças para procurar uma solução, o que quer que seja... O medo apodera-se de mim e a insegurança faz-me recuar. 
Sinto-me só, perdida, sem um sinal que seja que me guie... Sinto-me cansada deste cansaço oco.
Já não anseio aquilo que nunca tive, já só quero o que conheci e me fez feliz. 

“If there's one thing I've learned, it's this: We all want everything to be okay. We don't even wish so much for fantastic or marvelous or outstanding. We will happily settle for okay, because most of the time, okay is enough.”
- David Levithan, Every Day.

6.11.16

courage.

Este vai ser um longo e duro mês e eu preciso de começar a ser optimista em relação aos próximos tempos senão nada vai correr bem. Sem dúvida que o ponto mais alto vai ser a defesa do mestrado, estou absolutamente em pânico e, apesar de ainda ter cerca de 20 dias para me preparar, muita coisa se vai passar pelo meio a distrair-me, a preocupar-me, a cansar-me. Desde arrancar um siso, perder 2 quilos de forma saudável, ir a uma consulta de cirurgia plástica, devolver os equipamentos da NOS, ir a Aveiro encadernar os relatórios, fazer monitorização do peso, etc. eu estou completamente assustada e sem vontade de enfrentar tudo isto. Novembro, por norma, é um mês que eu até gosto muito, mas estou aterrorizada com o deste ano. O pior é que ainda nem começou e eu já estou com os pensamentos virados para o pessimismo, estar em casa não ajuda nada, há sempre gente, sempre barulho, sempre aquela sensação de demasiado conforto para me abstrair e concentrar-me em responsabilidades.
Preciso de me focar no importante, mesmo que não consiga concentrar-me no mês por inteiro, se me organizar semana a semana será tudo mais fácil. Ainda não ganhei coragem para começar a fazer o power point e treinar a apresentação e, tendo em conta que ter um discurso oral perante outros é o meu calcanhar de aquiles acumulado ao facto de ir arrancar um siso e ficar dias sem poder aproveitar para treinar, já devia estar a trabalhar nisso, mas a verdade é que ainda estou apavorada com a ideia de já ser este mês. Estive a arrumar o quarto de tarde, pelo menos o meu espaço está limpo e organizado, acho que isso é meio caminho andado para começar a semana com coragem para enfrentar tudo o que aí vem. 

21.3.16

it still amazes me.

the lack of sleep I've been feeling lately. Back in the old days it was the part of the day I enjoyed the most because I could dream, I could let the imagination fly to different worlds. Nowadays it has a whole new meaning like if I sleep my head will stop being "entertained" and will think about all these bad things that I feel inside of me, and I know I'm not prepared to deal with all those scary emotions. Just by acknowledging this, I can already feel the tears stream down my face. I just saw the film "pretty woman" for the first time, I don't really know why I've never seen it before because I completely adore Julia Roberts, but anyway, I finished it and of course it has a happy ending, I smiled the entire time, but now I'm writing this and I just feel like shit, honestly. I don't even know why I'm not writing in Portuguese, but then again, the least thing I want is to feel this sad, and perhaps writing this in a different language will create distance between words and reality. Or I'm just fooling myself into it. 
There are no happy endings, the end is the worst and saddest part. And now it comes the deepest cause of my unhappiness. My grandma was diagnosed with accelerated dementia. One of my favorite people is losing everything, both physical and mentally capacities. She remembers stuff from the past, but doesn't recognize it as the past. She will probably forget me someday. The same way sometimes she talks about my grandpa like he's still alive, she might one day forget that I exist, that I'm her youngest granddaughter, the one she always cared so much for. And the truth is, she might not understand what's happening to her, but I am. She might forget me, but I'll never forget her. She might not suffer from this, but I am. It hurts me so much seeing her like her whole life was a lie, like the people she created and took care of and loved don't exist anymore in her mind. It hurts me to think that every day I make an effort to live a good life and be happy, when in the end it's just oblivion and pain and nothing was worth it.

18.3.16

suddenly.

feeling extremely sad and not knowing why... I honestly hate this so much.


hold me close.

7.12.15

the night is dark and full of terrors.

e passado exactamente um mês eu dou por mim ainda a ter saudades tuas...