Mostrar mensagens com a etiqueta Picture. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Picture. Mostrar todas as mensagens
3.6.20
30.1.19
20.9.16
23.3.16
18.12.15
10.11.15
yamanai ame.
"As time passes, the day will come when everything will fade to memories. But those miraculous days, when you and I, along with everyone else, searched together for just that one thing, will continue revolving forever somewhere deep in my heart, as my bittersweet memory"
- honey and clover
18.10.15
23.4.15
eternal sunshine of the spotless mind.
- Joely?
- Yeah Tangerine?
- Am I ugly?
- Uh-uh.
- When I was a kid, I thought I was. I can't believe I'm crying already. Sometimes I think people don't understand how lonely it is to be a kid, like you don't matter. So, I'm eight, and I have these toys, these dolls. My favorite is this ugly girl doll who I call Clementine, and I keep yelling at her, "You can't be ugly! Be pretty!" It's weird, like if I can transform her, I would magically change, too.
- [he kisses her] You're pretty.
- Joely, don't ever leave me.
- You're pretty... you're pretty... pretty... I can't see anything that I don't like about you.
- Yeah Tangerine?
- Am I ugly?
- Uh-uh.
- When I was a kid, I thought I was. I can't believe I'm crying already. Sometimes I think people don't understand how lonely it is to be a kid, like you don't matter. So, I'm eight, and I have these toys, these dolls. My favorite is this ugly girl doll who I call Clementine, and I keep yelling at her, "You can't be ugly! Be pretty!" It's weird, like if I can transform her, I would magically change, too.
- [he kisses her] You're pretty.
- Joely, don't ever leave me.
- You're pretty... you're pretty... pretty... I can't see anything that I don't like about you.
27.6.14
exame em 1, 2, 3, 4 horas
Só consegui estudar (e mal estudado) 5 tópicos dos 12 que vão sair no exame de Temas de Literatura Espanhola, e não se iludam, 12 não é um número pequeno, porque dentro de cada tópico tenho duas ou mais obras (com imeeensas páginas) para saber até ao mais ínfimo pormenor. Não estou preocupada porque vou repetir o exame daqui a 20 dias e até lá espero conseguir preparar-me melhor. De qualquer forma, não sou daquele tipo de pessoa que vai para um exame sem uma única coisa na cabeça, chegar lá, olhar e entregar em branco... Agora de manhã peguei numa folha em branco e pensei Ora vamos lá pôr em prática os poucos conhecimentos que tenho destes 5 tópicos... E pus-me a escrever os títulos e o que sabia de cada tópico. No fim fui comparar com os apontamentos e cheguei à conclusão que os conhecimentos do (não foi pouco estudo, foi pouca matéria estudada dentro da muita!) estudo que fiz, não são poucos... são nulos e todos confusos! Well, fuck.14.9.13
24.8.13
Cidades de Papel, John Green (alguns spoilers, vá...)
Este foi o terceiro livro que li de John Green. O primeiro que li foi "A Culpa é das Estrelas" e foi o meu preferido, o segundo que li foi "À Procura de Alaska" e, ao contrário da maior parte das pessoas, não o preferi ao "Cidades de Papel", embora também não tenha desgostado. Achei as histórias destes dois últimos livros mais ou menos semelhantes, mas gostei mais das personagens e do contexto neste livro. Basicamente conta a história de um rapaz, Quentin (Q para os amigos), inseguro, reservado, etc e tal, que sempre teve uma paixão pela irreverente, bela, misteriosa e popular rapariga, Margo Roth Spiegelman. E foi neste tipo de situação que achei bastante semelhante com "À Procura de Alaska". A personagem masculina é sempre aquele rapaz aparentemente fraco, com o seu sentido de humor característico e a sua personalidade intelectual bastante parecida (a sério, até a relação com a família é do mesmo género que no outro livro!). A personagem feminina, sempre misteriosa, superior e quase impossível, mas que até parece ter uma queda pelo rapaz fraco por não ser como todos os outros rapazes (que não são fracos...). A única diferença é que "À Procura de Alaska" tem um fim mais trágico que "Cidades de Papel" que, sabe-se que tem um fim, mas depois de lermos até ficamos com aquela vontade de saber como terá sido o resto da vida deles os dois, se alguma vez se voltariam a encontrar, etc. Apesar de tudo, gosto bastante dos livros de John Green! Tem uma escrita cativante e as personagens são engraçadas e até realistas. A parte que mais gostei deste livro foi realmente as peripécias que Q. e Margo viveram naquela noite de partidas e depois a viagem de Q., Radar, Ben e Lacey em busca da cidade de papel onde Margo se encontrava (a sério, fiquei cheia de vontade de ter ido naquele carro com eles!). Felizmente não achei este livro tão triste como os outros dois que li, não chorei (coisa que é bastante surpreendente vinda de mim a interagir com os livros de John Green!), portanto recomendo a quem quiser ler algo leve e agradável e divertido.
Rating: 4/5
10.8.13
Vacances'13
Hoje, sábado dia 10, já me encontro no Porto para amanhã ir para o aeroporto ainda antes do sol nascer, apanhar o voo para as minhas férias deste ano: França!
Nunca lá fui e tenho andado mortinha por visitar este país. Tenho pena de não ir à capital, mas vou a três outras cidades, vou andar de avião, barco e TGV (pela primeira vez no TGV!), vou visitar imensa coisa, e ser surpreendida com outras experiências quaisquer, uma vez que os meus irmãos é que prepararam a viagem para nós os três e eu só sei de alguns pormenores. Vou tentar tirar o máximo de fotos e vídeos e depois quando chegar a casa, no dia 19, conto como tudo correu! Até lá...
Bonnes Vacances! {Post agendado}
7.8.13
Insurgente, Veronica Roth {Spoiler alert}
Não aguentei nem mais um dia depois de acabar o Divergente, tinha demasiadas dúvidas, demasiados sentimentos a divagar e a influenciar a minha cabeça e, felizmente, a escritora pegou mesmo onde tinha finalizado o Divergente e o início foi um lufada de ar fresco, saber que nada tinha acabado, muito pelo contrário a guerra estava só a começar e o livro está repleto de acção e controvérsias. Fiquei irritada, mesmo muito irritada com a Tris porque ela agiu que nem uma tontinha para aí durante dois terços do livro, mas por um lado percebo, não deve ser fácil perder tanta gente que se ama, aliás não é fácil. Mas mesmo assim... a Tris que no primeiro livro me fez identificar com ela de certa forma, de uma rapariga que toda a sua vida foi de uma maneira e de um momento para o outro tem que ser corajosa e lutar pela sua vida e pela dos outros, torna-se no segundo livro uma pessoa apática e estupidamente cega e irracional, dominada pelo medo, pelo cansaço, pela derrota. Felizmente a relação dela e do Four que esteve por um fio várias vezes em grande parte do tempo acabou bem (não, ainda não acabou!!). Houve algumas personagens que me surpreenderam ao contrário do que eu alguma vez iria pensar. O Peter e o Marcus foram realmente uma surpresa. A Evelyn, argh que besta!! E finalmente é revelado o que há do outro lado da vedaçao e, oh meu Deus que revelação!!! Já nem sei o que pensar de Caleb, mas ele tem-me desiludido e era uma das personagens com quem eu até simpatizava... oh well. Para mim das melhores sensações foi saber que a besta da Jeanine está morta, mas claro está... se uma vai abaixo logo surge outra talvez pior ainda e sim, falo da Evelyn.
Claramente o Insurgente é bastante mais complicada que o Divergente, temos que estar com atenção a todos os pormenores porque as personagens têm imensos segredos e às tantas mal se percebe quem é bom e quem é mau, quem tem a verdade e se essa verdade será algo realmente a favor de toda a comunidade ou não, é um enredo muito minucioso e é tudo muito imprevisível.
Estou absolutamente expectante com o que acontecerá no terceiro livro e se roesse as unhas era certo que já nem dedos iria ter assim que saísse, tal vai ser a espera e a curiosidade!
Estes livros são tão bons que até à minha avó eu os recomendava, a sério!
E agora vou-me calar senão...
Rating: 5/5
Estes livros são tão bons que até à minha avó eu os recomendava, a sério!
E agora vou-me calar senão...
Rating: 5/5
1.8.13
28.7.13
Divergente, Veronica Roth
Eu nunca tinha lido um livro deste género, trata-se de uma distopia sobre uma sociedade dividida em 5 facções, cada uma marcada por uma
caraterística: Cândidos (a sinceridade), Abnegados (o altruísmo),
Intrépidos (a coragem), Cordiais (a amizade) e Eruditos (a
inteligência). Ao
completarem 16 anos, todos os adolescentes devem optar por uma facção:
ou mantém-se na facção de origem ou transferem-se para outra. Para ajudar
nesta escolha é realizado um exame cujos resultados correspondem a uma
facção. No meio de muitos existem os Divergentes, pessoas que não
encaixam no perfil de cada facção existente e podem possuir traços de
todas. E mais não digo senão tiro a magia ao livro.
Só quero acrescentar que o Amei (com "A" grande, como se diz) e claramente a personagem que mais gostei foi o Four!! Foi daquele tipo de leituras que me fez transbordar de felicidade a todos os níveis, a história é diferente (das que eu já li) e extremamente criativa. À medida que fui lendo, cada capítulo parecia melhor e mais emocionante que o anterior, adorei a escrita da autora! As personagens são incrivelmente entusiasmantes, mesmo as mais secundárias têm uma personalidade interessante e transformam a história de alguma maneira, vê-se que não estão ali meramente para "ajudar" as principais a construir a história. E depois o livro tem tudo, tem acção (muita mesmo!), suspense, romance (oh god... como eu amei o Four!!), tristeza, amizade... tem tudo! É um pack de emoções com as quais eu me consegui associar de todas as maneiras. Definitivamente o "Divergente" vai para a minha lista dos favoritos, senão mesmo o número 1 de todos, há muito tempo que não me sentia tão bem a ler um livro. Tem 350 páginas e, dadas as circunstâncias que se meteram entre mim e a leitura, li-o relativamente rápido porque eu não conseguia largá-lo a não ser que fosse muito urgente. E vou parar por aqui senão...
Rating: 5/5
23.7.13
À Procura de Alaska, John Green.
Eu nem sei por onde começar com a review deste livro... Eu adoro John Green! Este foi o segundo livro que li dele, o primeiro foi "A Culpa é das Estrelas". Definitivamente amei muito mais o primeiro que li do que este, mas este não ficou muito atrás e penso que para primeiro romance do autor não está nada mau. É complicado falar do enredo sem dar grandes spoilers, tem uma história diferente, fez-me rir, fez-me chorar... Claramente John Green é bom a transmitir e fazer os seus leitores conseguirem sentir algo e demonstrar essas emoções de uma forma tão natural! Apesar de haver algumas partes um pouco previsíveis e de ter achado as personagens um bocado exageradas na sua maneira de ser (demasiado tabaco e bebedeira, sexo e partidas) para a idade que tinham, gostei do livro e penso que não o li tão rápido por causa do Marés Vivas que surgiu pelo meio e mudou as minhas horas de sono, no entanto, foi um livro que me cativou e do qual gostei bastante! Recomendo para quem quer uma leitura algo ligeira, mas digo já que é um pouco triste e tenham lenços à mão.
Rating: 4/5
17.7.13
À procura de Alaska.
"- Credo, não vou ser uma daquelas pessoas que fica sentada a falar acerca do que vai fazer. Vou fazer e pronto. Imaginar o futuro é uma espécie de nostalgia.
- Hã? - perguntei.
- Passamos a vida inteira encurralados no labirinto, a pensar em como sairemos dele um dia e em como será espetacular, e a imaginar que o futuro nos mantém a andar, mas nunca de lá saímos. Limitamo-nos a usar o futuro para fugir ao presente."
Nunca me identifiquei tanto com uma passagem de um livro como com esta... A verdade é que sou muito assim, uso o futuro e até o passado para fugir ao presente, mesmo com coisas pequenas como ir ao dentista e na minha cabeça repete-se:"pensa que daqui uma hora ou duas já isto ficou para trás e já não te está a doer!". Mas no fundo é como se fosse uma cura para acabar com um mal talvez ainda mais grave da minha personalidade que é a ansiedade e o medo antecipado. Em vez de pensar:"ai não quero ir, vai doer imenso!" simplesmente penso que isto vai ser mais uma mera dor das muitas que ficaram para trás e que me demonstram que eu consigo sobreviver... Gostava de ser mais espontânea e apenas viver o momento seja ele qual for, sem pensar no que já aconteceu de semelhante ou do que virá a seguir!
15.7.13
Despicable Me 2
Nota IMDb: 7.8
Nota ASemNome: 8.3
(E pronto se o primeiro me deixou completamente rendida este ainda mais! A sério, eu vou tentar não dar spoilers mas o filme é lindo, lindo, lindo! A Agnes continua a coisa mais adorável deste mundo, os minions a coisa mais divertida e nem tenho palavras. O filme é emocionante, é enternecedor, tem suspense, super super divertido. Tirando a parte em que eu e a P. éramos as únicas na sala que não estávamos a acompanhar os filhos, eu ri como já não ria há imeeeenso tempo, eu mal me restabelecia de um riso já o filme me dava mais um motivo para soltar a gargalhada! Anda por cima depois de ter feito exame e de a meio dele ter ouvido e visto o R. no corredor, mas pronto, já passou.) Recomendo plenamente, vão a correr para o cinema mais perto de vocês!!
14.7.13
A Metamorfose, Franz Kafka
Sim, eu sei que é um clássico e que a história é toda uma metáfora mas não gostei muito deste livro. Não detestei, não adorei, simplesmente acho que passava bem sem o ter lido. Não me arrependo porque é um livro pequeno e sempre o fiquei a conhecer. No entanto, não sei se teria colocado demasiadas expectativas ou esperava algo diferente, mas não fiquei grande fã. Haters gonna hate, mas é a minha opinião, não podemos gostar todos das mesmas coisas! Um livro que supostamente seria extraordinário acabou por me deixar aborrecida e irrita-me como a única personagem de quem gostei minimamente apenas morreu e tudo ficou na mesma... Mesmo a própria maneira de como estava escrita, não sei se será da tradução ou simplesmente desta edição, mas estava muito repetitiva, tinha muitos "mas" e parecia quase uma escrita à primária salpicada com uma palavra erudita de onde em onde.
Apesar de tudo compreendo o conceito da metáfora e até achei interessante todo o conceito que originou a obra, mas acho que podia ter sido explorado de outra maneira qualquer.
Rating: 3/5
11.7.13
O Prisioneiro do Céu, Carlos Ruiz Zafón
Este era mais um dos que tinham sido oferecidos pelo Natal e continuava ali, sentado na estante a cambalear as suas páginas à espera de ser lido. Nunca tinha lido nada do autor, apesar de já ter ouvido falar bem e o livro cativou-me ao ponto de o ter lido em 4 dias quando tenho um exame de recurso para fazer daqui a outros 4... Apesar de ser um livro ainda relativamente extenso, de 393 páginas, é bastante simples e a estratégia de capítulos pequenos resulta muito bem, principalmente quando tem aquele efeito de novela que parece que cada capítulo acaba melhor do que começa e dá logo vontade de ir para o seguinte! A história é interessante e as personagens diferentes entre si. Até agora este é o terceiro livro de uma trilogia e tenho pena de não ter lido os outros dois primeiro, apesar de se conseguir entender muito bem a história! Fiquei em êxtase até à última página e no fim ainda tentei procurar uma resposta, portanto fico à espera de um novo livro que, de certo, será tão bom ou melhor!
Rating: 4/5
Subscrever:
Mensagens (Atom)



















