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2.11.17

5.9.17

I'm a little bit lost without you.

ou como eu penso logo em ti, passado tanto tempo, num sítio distante do nosso, só porque passou uma das nossas músicas...

10.4.17

a monday smile.

Se todas as segundas fossem agradáveis, produtivas, quentes e com tão boas notícias, então começar a semana seria sempre um prazer!


5.3.17

I want to be okay.

Tenho-me tentado manter forte, motivada, bem-disposta. Não neste momento... Um estrondoso sentimento de solidão apoderou-se de mim. E com ele as saudades... Sinto falta das pequenas coisas que me faziam feliz só porque sim. Do parque que me motivava a caminhar e sentir o peso largar-me aos poucos. Mais o psicológico que o físico, apesar de ajudar nos dois. Do sol, de um dia bonito e poder partilhá-lo com pessoas. Mesmo que desconhecidas. Sinto saudades de explorar e conhecer locais novos, fosse uma rua, um café rústico, um gato curioso...
E agora que penso nisso, que sinto uma falta tremenda dessas coisas, é irónico pensar que em tempos tive tanto medo de as enfrentar... Tinha receio de me perder, isolava-me do desconhecido e escondia-me da felicidade.
E o pior de me sentir tão em baixo, é o facto de não conseguir arranjar forças para procurar uma solução, o que quer que seja... O medo apodera-se de mim e a insegurança faz-me recuar. 
Sinto-me só, perdida, sem um sinal que seja que me guie... Sinto-me cansada deste cansaço oco.
Já não anseio aquilo que nunca tive, já só quero o que conheci e me fez feliz. 

“If there's one thing I've learned, it's this: We all want everything to be okay. We don't even wish so much for fantastic or marvelous or outstanding. We will happily settle for okay, because most of the time, okay is enough.”
- David Levithan, Every Day.

6.11.16

courage.

Este vai ser um longo e duro mês e eu preciso de começar a ser optimista em relação aos próximos tempos senão nada vai correr bem. Sem dúvida que o ponto mais alto vai ser a defesa do mestrado, estou absolutamente em pânico e, apesar de ainda ter cerca de 20 dias para me preparar, muita coisa se vai passar pelo meio a distrair-me, a preocupar-me, a cansar-me. Desde arrancar um siso, perder 2 quilos de forma saudável, ir a uma consulta de cirurgia plástica, devolver os equipamentos da NOS, ir a Aveiro encadernar os relatórios, fazer monitorização do peso, etc. eu estou completamente assustada e sem vontade de enfrentar tudo isto. Novembro, por norma, é um mês que eu até gosto muito, mas estou aterrorizada com o deste ano. O pior é que ainda nem começou e eu já estou com os pensamentos virados para o pessimismo, estar em casa não ajuda nada, há sempre gente, sempre barulho, sempre aquela sensação de demasiado conforto para me abstrair e concentrar-me em responsabilidades.
Preciso de me focar no importante, mesmo que não consiga concentrar-me no mês por inteiro, se me organizar semana a semana será tudo mais fácil. Ainda não ganhei coragem para começar a fazer o power point e treinar a apresentação e, tendo em conta que ter um discurso oral perante outros é o meu calcanhar de aquiles acumulado ao facto de ir arrancar um siso e ficar dias sem poder aproveitar para treinar, já devia estar a trabalhar nisso, mas a verdade é que ainda estou apavorada com a ideia de já ser este mês. Estive a arrumar o quarto de tarde, pelo menos o meu espaço está limpo e organizado, acho que isso é meio caminho andado para começar a semana com coragem para enfrentar tudo o que aí vem. 

18.9.16

it's okay!

Acordei com os olhos inchados e uma ligeira dor de cabeça. Ontem passei o dia todo de volta do relatório, só deixei por volta das 23h que foi quando me deitei, mas deixei feita uma lista de parâmetros que queria executar hoje no relatório. Já pintei as gavetas da secretária, já terminei de ler um livro, já apanhei figos, mas não consigo arranjar disposição para pegar hoje no relatório, sinto-me em baixo, nem tanto emocionalmente ou psicologicamente, mas sim intelectualmente, sinto-me casada do dia de ontem... o meu método de trabalho passa por fazer listas de tópicos que quero explorar, escrever tudo à mão, fazer sempre a pesquisa literária e, só depois disto, passar a computador e rever, fazer melhoramentos e alterações, etc. Sinto que faço sempre mais do que devia, talvez se escrevesse directamente no computador não me sentisse tão esgotada no fim e conseguisse até ser mais produtiva no sentido em que talvez conseguisse ter tempo de fazer mais e mais, mas a verdade é que não consigo... and that's okay! Prefiro saber que o que estou a fazer está a ser feito em condições ao olhar para a mesma frase várias vezes e tentar formulá-la o melhor que consigo, prefiro levar o meu tempo ainda que não consiga fazer mais do que gostaria, prefiro estar com a cabeça no sítio e disposição para enfrentar algo tão importante, exigente e de responsabilidade como é o relatório do mestrado. E se hoje não estou com estado de espírito para encarar essa realidade, não há problema! Prefiro deixar de lado e descansar ou distrair-me até voltar a sentir-me em condições de me sentar à secretária, do que ficar a remoer e a massacrar-me por não me conseguir concentrar e sentir-me culpada por achar que não estou a dar o meu melhor. Hoje é domingo, vou descansar, estar com a família, sorrir e aproveitar o sol. Tomorrow is a new day and hopefully I'll wake up with the right mindset! Amanhã há mais!

24.5.16

oh spring...

that kind of feeling that makes you smiling without realizing it.

15.2.16

pretending to not feel alone.

"One thing that I've learned about love is that no matter how much you want it, no matter how much you seek it and no matter how much you strive for it,
 it doesn't happen until the right person comes along."

11.11.15

never ending rain and darkness...

It’s real.
You can’t change it by wishing it away.
If it’s dark and rainy it really is dark and rainy and you can’t alter it. 
It might be dark and rainy for two weeks in a row. 

BUT

It will be sunny one day.
It isn’t under one’s control as to when the sun comes out, but come out it will.
One day. 

It really is the same with one’s moods, I think. The wrong approach is to believe that they are illusions. They are real. Depression, anxiety, listlessness — these are as real as the weather — AND EQUALLY NOT UNDER ONE’S CONTROL. Not one’s fault.

BUT

They will pass: they really will.
In the same way that one has to accept the weather, so one has to accept how one feels about life sometimes. “Today’s a crap day,” is a perfectly realistic approach. It’s all about finding a kind of mental umbrella. “Hey-ho, it’s raining inside: it isn’t my fault and there’s nothing I can do about it, but sit it out. But the sun may well come out tomorrow and when it does, I shall take full advantage."
- Stephen Fry

P.S. - This reminded me of "Winter is coming" and how the hell am I supposed to watch the next season of GoT all by myself? fml ;_;

8.11.15

but, hey, I'm better off alone, right? right... oh, well...

Engraçado como numa questão de segundos fiz mais figura de idiota que uma rapariga que ontem ia caindo (num shopping cheio de gente) nas escadas rolantes por ir a olhar para o telemóvel...
Quem diria que nem depois da merda com o R. eu ia adquirir inteligência suficiente para perceber quando um gajo não tem interesse e eu peço-lhe explicitamente que mo diga na cara...

8.8.15

this.

"Then it was something more. I wasn't actually in love, but I felt a sort of tender curiosity."
- The Great Gatsby, F. Scott Fitzgerald

9.6.15

"ninguém está bem sozinha"

You knew I could not resist 
I needed someone

4.6.15

ao quarto dia de junho:

e já o considero o pior mês do meu ano... em todos os sentidos da minha vida!

31.5.15

10.5.15

carpe diem, yolo, hakuna matata...

o que lhe quiserem chamar. A verdade é que já há uns tempos que me ando a sentir completamente despreocupada com as pequenas coisas que me levavam a crer que era neurótica, paranóica, wtv. Ando genuinamente feliz e alegre e acho que até sei o motivo, mas prefiro não dar demasiada importância senão ainda estrago tudo, as usual. Só sei que amanhã vou passar uma noite que espero que seja memorável com algumas das pessoas que mais amo e aproveitar cada segundo! Na quinta faço anos e na sexta vou à queima de Coimbra com a melhor das melhores amigas e quero divertir-me ao máximo e ouvir The Kooks ao vivo e dançar e sorrir. 
Noutra altura, perante uma semana como esta, eu estaria a stressar com tudo e mais alguma coisa, principalmente com o facto de ter que sair da minha zona de conforto, estar com imensa gente, apanhar comboios, bla bla bla, mas a verdade é que ultimamente alguém tem-me influenciado de forma positiva, tem-me feito ver que preciso de deixar de ser tão assustada e nervosa, preciso de aproveitar melhor a vida, deixar de "querer" estar sozinha, não ligar ao que os outros pensam, arriscar em situações que por muito que eu pense que não vou gostar, porque nunca experimentei, no fundo, até quero e acabo por desfrutar muito mais esses momentos. Acima de tudo só tenho sentido que devo e quero ser eu própria, sem me auto-julgar ou sem deixar que a opinião dos outros importe e afecte as minhas decisões, principalmente no que toca a divertir-me e deixar-me levar pela vida.

8.5.15

sem sentido, mas com significado.

arroz | s. m. 
ar·roz |ô| (árabe ar-ruzz) substantivo masculino 
1. [Botânica]  Planta poácea cultivada nos terrenos húmidos e quentes. 
2. Grão desta planta (ex.: pacote de arroz). 
3. [Culinária]  Prato cuja base é esse grão cozido (ex.: arroz de feijão, arroz de marisco)
4. Felicidade (ex.: arroz doce).
ar·roz |ô|
(árabe ar-ruzz)
substantivo masculino
1. [Botânica]  Planta poácea cultivada nos terrenos húmidos e quentes.
2. Grão desta planta (ex.: pacote de arroz).
3. [Culinária]  Prato cuja base é esse grão cozido (ex.: arroz de feijão, arroz de marisco).
Plural: arrozes.

"arroz", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/arroz [consultado em 08-05-2015].
ar·roz |ô|
(árabe ar-ruzz)
substantivo masculino
1. [Botânica]  Planta poácea cultivada nos terrenos húmidos e quentes.
2. Grão desta planta (ex.: pacote de arroz).
3. [Culinária]  Prato cuja base é esse grão cozido (ex.: arroz de feijão, arroz de marisco).
Plural: arrozes.

"arroz", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/arroz [consultado em 08-05-2015].