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1.3.18

fear doesn't shut you down, it wakes you up.


O medo sempre me tornou uma pessoa ansiosa, nervosa, receosa de tudo e todos. Foi-se acumulando em mim e apoderando a minha maneira de pensar e consequentemente de ser, alterando as minhas acções a seu belo prazer obrigando-me a dar a cara por ele e a sofrer com as consequências da sua influência na minha vida. Sempre me senti uma marioneta de mim própria, de uma voz interior que se sobrepunha a tudo o resto e deformava a minha personalidade. Fui-me tornando numa pessoa fraca e desistente de tudo aquilo que me metia medo, da mudança, da novidade, do desconhecido. Contornava situações, evitava pessoas e isolava-me da minha própria existência. 
Apesar de continuar a sentir essa ansiedade serpentear pelo meu corpo aquando confrontada pelas mesmas circunstâncias, hoje em dia vou tentando incutir em mim uma mentalidade oposta. É um jogo de forças no qual eu tenho que vencer. O medo não me deita abaixo, acorda-me. Faz-me querer espreitar por cima do muro alto da incerteza e vislumbrar toda uma paisagem de possibilidades. O que for será, mas hoje, hoje é um dia bom, um dia feliz. E se assim é, foi porque me sobrepus a esse medo e enfrentei pessoas e lugares novos que me assustavam de maneira inacreditável e incompreensível. Noutra altura tenho a certeza que não teria saído da minha zona de conforto e me deixaria debater por todas as questões duvidosas que o medo me colocaria na cabeça. Neste momento sei que ainda há um turbilhão de pequenas lutas a enfrentar, mas também sei que à medida que as luto e as vou vencendo, também me vou tornando mais forte. Não foi fácil, tive muitos momentos em que me deixei dominar pelos medos e pelas dúvidas, chorei bastante, por vezes senti-me derrotada, tremi muito, transpirei imenso, e o meu coração podia ter corrido uma maratona, mas compensou. Podia não ter compensado e teria que encarar na mesma como uma vitória e não como uma derrota, porque tentei. E prefiro saber que podia ter perdido a tentar do que simplesmente não ter tentado e ter perdido na mesma... Porque a vida é assim mesmo e o mundo é um lugar injusto em que muitas vezes o sentimento de solidão é maior pelo simples facto de que se não formos nós a ir à luta da nossa felicidade e do nosso bem-estar, mais ninguém irá... Felizmente foi uma vitória em ambos os sentidos. No sentido de que tentei e isso por si só já foi enorme, mas acima de tudo no sentido em que essa tentativa deu frutos e fui recompensada com um sim. E que venha ele! Estou tão nervosa, mas tão feliz que quase nem quero saber de mais nada a não ser de que finalmente vou ter algo que já queria há muito tempo... Vou viver!

Becoming fearless isn't the point.
That's impossible.
It's learning how to control your fear,
And how to be free from it.
- V. Roth, Divergent

29.11.17

this.

"Learn to love your failures, Marcus, because it is your failures that will make you who you are. 
It is your failures that will give meaning to your victories."
- The Truth About the Harry Quebert Affair, Joël Dicker.

29.6.17

Desiderata, Max Ehrmann.

    Go placidly amid the noise and haste,
    and remember what peace there may be in silence.
    As far as possible without surrender
    be on good terms with all persons.
    Speak your truth quietly and clearly;
    and listen to others,
    even the dull and the ignorant;
    they too have their story.
    Avoid loud and aggressive persons,
    they are vexations to the spirit.
    If you compare yourself with others,
    you may become vain and bitter;
    for always there will be greater and lesser persons than yourself.
    Enjoy your achievements as well as your plans.
    Keep interested in your own career, however humble;
    it is a real possession in the changing fortunes of time.
    Exercise caution in your business affairs;
    for the world is full of trickery.
    But let this not blind you to what virtue there is;
    many persons strive for high ideals;
    and everywhere life is full of heroism.
    Be yourself.
    Especially, do not feign affection.
    Neither be cynical about love;
    for in the face of all aridity and disenchantment
    it is as perennial as the grass.
    Take kindly the counsel of the years,
    gracefully surrendering the things of youth.
    Nurture strength of spirit to shield you in sudden misfortune.
    But do not distress yourself with dark imaginings.
    Many fears are born of fatigue and loneliness.
    Beyond a wholesome discipline,
    be gentle with yourself.
    You are a child of the universe,
    no less than the trees and the stars;
    you have a right to be here.
    And whether or not it is clear to you,
    no doubt the universe is unfolding as it should.
    Therefore be at peace with God,
    whatever you conceive Him to be,
    and whatever your labors and aspirations,
    in the noisy confusion of life keep peace with your soul.
    With all its sham, drudgery, and broken dreams,
    it is still a beautiful world.
    Be cheerful.
    Strive to be happy. 

1.1.17

Resoluções de 2017:

1. Arranjar emprego;
2. Perder (pelo menos) 10 kg;
3. Fazer a operação de redução do peito;
4. Continuar a conduzir (pelo menos uma vez por semana);
5. Continuar a publicar vídeos no canal do youtube (pelo menos um por semana);
6. Enviar (pelo menos) 5 postais por mês no postcrossing;
7. Ler (pelo menos) 24 livros;
8. Ser feliz.

3.12.16

currently reading.

"But whether or not you are here, you are here - because these words are for you, and they wouldn't exist if you weren't here in some way."
- Dash and Lily's Book of Dares.

5.1.16

currently reading.

Nunca se pode saber o que se deve querer porque só se tem uma vida que não pode ser comparada com vidas anteriores nem rectificada em vidas posteriores. (...) Não há forma nenhuma de se verificar qual das decisões é melhor porque não há comparação possível. Tudo se vive imediatamente pela primeira vez sem preparação. (...) Numa aula de trabalhos práticos de física, qualquer aluno pode fazer uma experiência para confirmar uma dada hipótese científica. Mas o homem, porque só tem uma vida, não tem qualquer possibilidade de verificar as hipóteses através da experiência e nunca poderá saber se teve ou não razão em obedecer aos seus sentimentos.
- A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera.

8.8.15

this.

"Then it was something more. I wasn't actually in love, but I felt a sort of tender curiosity."
- The Great Gatsby, F. Scott Fitzgerald

2.9.14

InstagraMês Agosto


Tori . Leituras . Passeios . NoitesMalDormidas . Rio . Filmes . FogoDeArtifício . Piscina

4.7.14

currently reading.

"I nod. If there's one thing I've learned, it's this: we all want everything to be okay. We don't even wish so much for fantastic or marvelous or outstanding. We will happily settle for okay, because most of the time, okay is enough." - Every Day, David Levithan.

30.6.14

InstagraMês Junho

Como este mês não houve document your life decidi fazer outro projecto chamado InstagraMês que é uma junção de todas as fotografias que tirei e partilhei no instagram ao longo de junho! Apesar de tudo foi um bom mês, fui ao Rock in Rio e ao Oceanário, andei de teleférico, comprei 5 livros pelo AwesomeBooks, passei o meu primeiro mês com a minha gatinha nova Tori, fiz wraps, fiz batidos, fui feliz ao sol e à chuva! Se quiserem ver melhor as fotos cliquem em cima!

7.6.14

AwesomeBooks: Encomenda

No final de maio, dia 23, fiz a minha primeira encomenda no AwesomeBooks só de livros usados visto que estavam com descontos incríveis. Nunca tinha comprado livros usados e, para ser sincera, fiquei um pouco receosa que viessem em muito mau estado e que não fossem legíveis. Comprei 5 livros, cada um a 3,31 euros! Os portes também são de 3/4 euros, não me lembro bem, mas podem-se encomendar os livros que se quiserem que os portes têm sempre o mesmo valor. O acondicionamento dos livros não é o melhor, é apenas um saco plástico cinzento em volta dos livros, sem daquele plástico bolha nem caixas de cartão. No entanto, sei por experiência de várias pessoas, que à mínima reclamação de má condição dos livros, o site devolve o dinheiro e ficamos com o livro na mesma. Nos livros usados, também se está condicionado ao stock, muitas vezes escasso, dois dos livros que queria já eram os últimos. Demoraram cerca de duas semanas a chegar e têm realmente um aspeto bastante usado, principalmente o The Hobbit, mas, no geral, estou bastante satisfeita porque estão em boas condições, legíveis e pelo preço também não podia exigir muito mais, além disso, vieram as edições que queria! Estes foram os livros que encomendei:
Alguém já leu algum destes livros? Quais me recomendam que leia primeiro? Estou absolutamente curiosa com os cinco e ainda não me consegui decidir com qual comece!

17.4.14

hopeless wanderer

Comecei a ler o livro preferido da mãe, "A Pérola" de John Steinbeck, vi fotografias antigas, fiz uma aula de dança na wii, recebi flores bonitas para a minha pequena varanda, tirei fotografias novas, estudei espanhol com o lápis mais amoroso do mundo e fiz um pudim com caramelo.


tune: I came out of the woods by choice

pinky promise:

amanhã vou ler pelo menos 100 páginas do livro de espanhol. Tem que ser, tem que ser.

2.3.14

Maratona Literária - Update 1.

Portanto daqui a menos de uma hora começa a maratona literária e estes dois são, em princípio, os livros que vou ler! Vou começar com o "love and other perishable items" de Laura Buzo.

Aqui fica a sinopse:
Love is awkward, Amelia should know.

From the moment she sets eyes on Chris, she is a goner. Lost. Sunk. Head over heels infatuated with him. It's problematic, since Chris, 21, is a sophisticated university student, while Amelia, is 15.

Amelia isn't stupid. She knows it's not gonna happen. So she plays it cool around Chris—at least, as cool as she can. Working checkout together at the local supermarket, they strike up a friendship: swapping life stories, bantering about everything from classic books to B movies, and cataloging the many injustices of growing up. As time goes on, Amelia's crush doesn't seem so one-sided anymore. But if Chris likes her back, what then? Can two people in such different places in life really be together?

Through a year of befuddling firsts—first love, first job, first party, and first hangover—debut author Laura Buzo shows how the things that break your heart can still crack you up.

Pronto, decidi começar com este porque:
1. Não tenho tido vontade de ler em Português e só este é que está em Inglês;
2. Foi escrito por uma autora Australiana e é dos países que mais quero visitar;
3. Tenho mais curiosidade neste porque está, de certa forma, relacionado com o que tenho passado desde o último ano por causa do R. e porque já conheço a história do The Hunger Games;
4. Está em formato e-book, nunca li nenhum e-book e estou com vontade de experimentar.

27.2.14

Maratona Literária

É a primeira vez que participo numa maratona literária, a verdade é que andava bastante curiosa por tal e, finalmente, proporcionou-se o momento. Se alguém quiser participar ou estiver interessado em conhecer, é este grupo do facebook que organiza as maratonas mensais com desafios!
 
"Olá Maratonista,
Março está aí à porta o que significa nova maratona! Março é um mês rico de acontecimento, mas nós escolhermos assinalar 2: o Carnaval e o Dia Internacional da mulher.
Irá decorrer entre as 00:00 do dia 3 de Março e as 23:59 do dia 9 de Março.

Este mês não haverá votação, mas poderão ler livros de duas categorias diferentes.

* Ler livros escritos por autores que usaram pseudónimos (Uma forma de assinalar o Carnaval, uma vez estes autores usam “máscaras” para nos dar a conhecer as suas palavras)

* Ler livros escritos por autoras e em que as personagem principal seja uma mulher (esta é a nossa forma de assinalar o dia da mulher que se comemora em Março).

Pedimos ao/as interessado(as) em participar que nos deixem o vosso nome em comentário neste post, para nos conseguirmos organizar em termos de quem participa e de quem não participa e, também podermos registar o número de páginas que foram lidas.

A quem ainda não deixou os resultados da maratona anterior também agradecíamos que indicassem o número ou editassem o o ficheiro que contém essa informação.
Boa maratona e esperamos que se divirtam!"

26.12.13

12 livros para 2014:

- Eleanor & Park, Rainbow Rowell
- Fangirl, Rainbow Rowell
- Norwegian Wood, Haruki Murakami
- The Hunger Games, Suzanne Collins
- Crescendo, Becca Fitzpatrick
- Silêncio, Becca Fitzpatrick
- The Great Gatsby, F. Scott Fitzgerald
- To Kill a Mockingbird, Harper Lee
- Eu, Malala,




27.8.13

A Rapariga que Roubava Livros

"A única coisa pior do que um rapaz que nos odeia
Um rapaz que nos ama."

24.8.13

Cidades de Papel, John Green (alguns spoilers, vá...)

Este foi o terceiro livro que li de John Green. O primeiro que li foi "A Culpa é das Estrelas" e foi o meu preferido, o segundo que li foi "À Procura de Alaska" e, ao contrário da maior parte das pessoas, não o preferi ao "Cidades de Papel", embora também não tenha desgostado. Achei as histórias destes dois últimos livros mais ou menos semelhantes, mas gostei mais das personagens e do contexto neste livro. Basicamente conta a história de um rapaz, Quentin (Q para os amigos), inseguro, reservado, etc e tal, que sempre teve uma paixão pela irreverente, bela, misteriosa e popular rapariga, Margo Roth Spiegelman. E foi neste tipo de situação que achei bastante semelhante com "À Procura de Alaska". A personagem masculina é sempre aquele rapaz aparentemente fraco, com o seu sentido de humor característico e a sua personalidade intelectual bastante parecida (a sério, até a relação com a família é do mesmo género que no outro livro!). A personagem feminina, sempre misteriosa, superior e quase impossível, mas que até parece ter uma queda pelo rapaz fraco por não ser como todos os outros rapazes (que não são fracos...). A única diferença é que "À Procura de Alaska" tem um fim mais trágico que "Cidades de Papel" que, sabe-se que tem um fim, mas depois de lermos até ficamos com aquela vontade de saber como terá sido o resto da vida deles os dois, se alguma vez se voltariam a encontrar, etc. Apesar de tudo, gosto bastante dos livros de John Green! Tem uma escrita cativante e as personagens são engraçadas e até realistas. A parte que mais gostei deste livro foi realmente as peripécias que Q. e Margo viveram naquela noite de partidas e depois a viagem de Q., Radar, Ben e Lacey em busca da cidade de papel onde Margo se encontrava (a sério, fiquei cheia de vontade de ter ido naquele carro com eles!). Felizmente não achei este livro tão triste como os outros dois que li, não chorei (coisa que é bastante surpreendente vinda de mim a interagir com os livros de John Green!), portanto recomendo a quem quiser ler algo leve e agradável e divertido.

Rating: 4/5