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22.10.15

tenho em mim todo o sono do mundo.

Ou como ontem à noite fui para o Porto dormir (mal) na casa dos manos, para hoje de manhã às 7:30h ir para a Póvoa de Varzim para o estágio, no qual estive até às 15h, saí, andei 1,5km a pé até à estação do metro para ir até Campanhã de forma a apanhar o comboio até Aveiro, tudo isto com apenas 2 sandes de fiambre e 3 pacotes de leite no estômago, todo o santo dia! Amanhã tenho aulas das 9h às 19h apenas com uma hora de almoço sendo que à noite mais 2h de carro até casa.
Dores: cabeça, costas, ombro esquerdo (precisando de muitos beijinhos).
Saudades: dele, apesar de...
Ahh já disse que ainda estou a recuperar da operação às amígdalas que faz amanhã 3 semanas, mas que ainda ando aqui aos tombos e a tremer por todos os lados?

Queixinhas much?

14.10.15

last night I dreamt about you and fell out of bed twice.

É mera ilusão. O corpo contorce-se apenas com o cenário idílico criado por uma mente sedenta de vontade. A respiração torna-se irregular e acelerada tentando acompanhar os batimentos cardíacos mais estimulados que nunca. És tu. Sinto o teu sabor e sei que jamais sentirei algo tão viciante e diferente. O suor desliza com cautela e receio. Arrepios surgem do meu epicentro. És tu. Vou-me revirando e envolvendo neste escudo protector que roça timidamente a pele. Sorrisos abafados despoletam ao sentir o sangue efervescer. Os olhos permanecem calados ao escutar a história que o inconsciente adormecido conta. Uma história de sinestesias, emoções misturadas num fascinante momento. És tu. O tempo foge e leva com ele a sensação que eu quero tornar infinita. A aurora teima em me roubar o sonho, aquele de que não quero acordar. Pelo menos, enquanto se tratar de um mero sonho. És tu. Fica.


13.10.15

desapego.

tento ver para além do cenário que se esbate no nevoeiro. salpicos de chuva criam um mapa de um lugar inexistente na janela do carro. nem me questiono se percorro o trajecto certo, apenas me deixo levar. reservo este momento de pura introspecção mais para me perder que para me encontrar. um carro passa ao meu lado, questiono-me quem lá vai, qual a sua história, o que temos em comum. o tracejado do solo tem um efeito hipnótico em mim. a chuva persiste e sei que é melhor assim, torna-me criativa. não quero chegar ao destino, sinto-me aconchegada no banco de trás e sei que posso deixar-me levar. inunda-me o som do rádio baixinho, um ruído triste, uma melodia familiar. não preciso de mais ninguém, estou bem só. tento convencer-me do significado dessas palavras ainda que não façam sentido. sou romântica, carente, mimada. preciso de alguém, preciso dele. um ele que já foi miragem em diversos corpos, poucos. e o veículo vai tombando com timidez. o começo já fica distante, a realidade dispersa-se em inúmeros pensamentos que me assolam de uma só vez. fico confusa. respiro com cautela e tento recordar o passado. porque me vim embora? de que fujo? não quero esmorecer. volto a observar quem passa por mim. incógnitas por resolver. tal como eu...

14.7.15

wHere

Deixei-me planar pela imensidão da água, imersa em pensamentos vazios de conteúdo, com o céu nos olhos. Inspiro e expiro, sinto o ar a percorrer o meu interior, consigo ouvir a sua caminhada, sai e entra como quem busca algo que teima em desaparecer assim que chega ao fim do percurso. Deixei de existir por instantes, já nem um corpo sou, de tão leve que me sinto. Desfaço-me em ilusões e perco toda a unidade que me consumia outrora. Recai em ti essa responsabilidade, surges no azul eterno e crias cenários repletos de sentidos contraditórios, tu e eu, opostos mas juntos. Sinto-me a afundar na realidade que inunda a fragilidade do inconsciente, como uma onda que vem devagarinho e devolve a forma original à areia. Assim, recupero o fôlego e retorno à banalidade. Estou aqui.

22.5.15

desabafos, desabafos everywhere.

Eu sou uma pessoa de pormenores, provavelmente por causa da minha péssima auto-estima e insegurança, creio sempre que não sou merecedora de grandes gestos, sentimentos e palavras por parte de outras pessoas e acabo por dar uma imensa importância aos detalhes quotidianos que a maioria aceita como um dado adquirido... também sei que ele nunca será mais do que um amigo, até porque ele merece alguém bem melhor do que eu, mas a verdade é que sabe tão bem todas as noites ler da parte dele palavras tão simples como "boa noite", "dorme bem", "até amanhã". Expressões que são atiradas todos os dias para um buraco negro no espaço, fazem-me esboçar um sorriso e acreditar que vou ter, de facto, uma boa noite e que vou dormir bem e que amanhã isso se voltará a repetir. Enfim, o meu mal claramente é o sono que me faz divagar demasiado. Amanhã há mais.

16.4.15

epifanias

Todos os dias nos vemos obrigados a competir pela excelência, a ultrapassar obstáculos até atingir o topo, a modificar defeitos até atingir a perfeição. A verdade é que odeio a perfeição, odeio não por não a conseguir atingir, mas por ser algo quase exigido todos os dias não só pela sociedade que nos rodeia bem como por nós próprios, pela mentalidade de cada um. No fundo, a perfeição não existe sequer, muito menos nos seres humanos, sejam eles como forem, melhores nisto ou melhores naquilo, nunca são nem nunca serão perfeitos, estaremos longe de o ser. Persistimos em criticar os outros e nos auto-criticar, levando a crer que isso poderá melhorar algo em nós ou nos outros, quando há um conceito estereotipado sabe-se lá porquê ou por quem. Para ser sincera, o que estou a tentar transmitir com esta divagação é que cada um é como é, não percebo porquê que temos que ter "defeitos" ou porquê que têm que ter uma conotação tão negativa quando, no fundo, são características que nos definem, que nos dão identidade e personalidade. Olhamos para outras pessoas, reparamos nos traços ditos negativos e tentamos evitar sem sequer dar o benefício da dúvida, como se nós próprios fôssemos perfeitos ou melhores, quando são conceitos absolutamente abstractos e diferentes para cada um. A ironia de que temos que controlar tudo em nós, tudo no mundo, quando um dia vamos simplesmente desaparecer enquanto que o resto do mundo, mesmo aquilo em que não há vida, persiste.
Enfim, aqui fica o meu desabafo após me ter recriminado por ter cedido ao ímpeto de passar pelo McDonald's quando ando há coisa de um mês a saladas, sopas e fruta para tentar melhorar (entre outras coisas como a saúde) os ditos defeitos estereotipados sabe-se lá porquê ou por quem.

25.3.15

A faint clap of thunder, clouded skies; perhaps rain comes.

and I know that you won't stay here with me...

insomnia.

O mundo acalma e o ar arrefece. Um bocejo surge do mais profundo abismo dentro de mim. A escuridão apodera-se de corpos fatigados, vidas exaustas de viver. No entanto, o meu subconsciente hoje não anseia por brincar comigo, castiga-me de forma revoltante. Permaneço inerte em busca de algo que teima em não vir. Mais um bocejo. Sinto uma névoa de breve adormecimento nos meus olhos, mas logo de seguida espevitam-se com uma sombra qualquer. Mesmo na penumbra as sombras persistem. A minha mente segue agitada com pormenores que o dia-a-dia não consegue decifrar. Vou tentar uma música suave, apenas instrumental... não, nada! Fiquei inspirada para escrever, quem sabe se ao abandonar tudo o que possui a minha cabeça, esta não voe para outras dimensões. De jeito algum... as assombrações do passado compactuam com as incertezas do futuro e eu envolvo-me nos meus membros em busca de reconforto. Sono onde estás tu? Questiono incessantemente à medida que os minutos descarrilam em horas somadas. Já não sei mais o que tentar para combater isto... as palavras continuam a escorrer como se dentro de mim não houvesse mais espaço para elas. Sinto-me repleta de energia e ao mesmo tempo saudade de dormir. Tento manter-me imóvel, esbater-me no cenário, confundir-me com o momento e, quando dou por mim, estou outra vez a espreguiçar-me tanto quanto consigo, tentando alcançar o inatingível. Talvez a noite que insiste em passar sem me levar com ela...

22.3.15

yamanai ame.

Ouvi dizer que és uma sombra cansada e começo a entender-te como uma. Vagueias pelo ar bucólico a teu belo prazer sem quereres que reparem em ti, és tu quem observa. As tuas peculiaridades podem parecer-te algo ausente e deslocado da realidade e, para mim, é essa mesma tua maneira de ser transcendente que me cativa, que me faz querer observar-te e conhecer os espaços mais recônditos da tua personalidade. A desmistificação de alguém como tu não ocorre de forma tão natural quanto um simples inspirar, as amarras que foste criando e o medo que te foi consumindo tornaram-te, apesar de tudo, inacessível a qualquer outra vida. A luta será complexa, vertiginosa até. A minha mente ficará exausta, o meu coração confuso, o meu quotidiano parado. Ainda assim, essa luta será, jamais, em vão...


(isto de escrever a meio do dia é complicado, mas com a música certa as palavras vêm ao sítio.)

what if?

there is freedom waiting for you,
on the breezes of the sky,
and you ask what if I fall?
oh but my darling,
what if you fly?


~ e.h.

21.3.15

you've got a second chance

já não sei o que fazer comigo, queria só falar contigo...
mas deixa-te de merdas, sim?

20.3.15

nostalgia.

A música ressoava na imensidão daquele quarto, daquela divisão que não lhe pertencia. Um espaço tão vazio quanto o interior da sua alma. Não sabia tocar piano, mas a luz vermelha das teclas guiava-a por uma melodia que lhe era demasiado familiar, demasiado triste, demasiado íntima. Sabia de cor cada nota, mesmo sem saber a sua designação, sabia o seu significado, o seu tom e isso bastava-lhe. A efemeridade do som transportava em si memórias imbuídas de passados cansados e deturpados. As imagens cruzam-se nos seus olhos diluídas em lágrimas que são como ondas que não podem ser paradas. O som chega ao fim, mas ela continua a tocar. Não há fim... O preto e o branco confundem-se nos seus dedos, conforme os sentimentos se misturam dentro de si. Alguém a ouve do lado de fora e depreende a mensagem. A música tornou-se no labirinto em que ela se tenta encontrar e perder ao mesmo tempo e algo tão indecifrável não pode ser interrompido senão por ela. No entanto, as suas mãos persistem emaranhadas num som que nunca será desafinado, num som que chega ao fim, mas que nunca dará origem ao silêncio.


Ao som da música do post anterior. Ao som de memórias perdidas no passado, encontradas no presente.

12.2.15

desabafo

a verdade é que tenho imensa vontade de voltar a fazer um day zero project, mas a vida ultimamente anda tão incerta e sem um rumo definido que nem eu própria sei que objectivos deveria pôr...

13.12.14

Introspecção.

Antes de ir para a universidade eu morria de medo de tal decisão e mudança na minha vida, principalmente por ter que me debater com o desconhecido (cidade nova, pessoas novas, locais novos) com o qual nunca lidei muito bem a acumular com as responsabilidades todas que isso acartava (fazer comida, tratar da casa, cuidar de mim no geral). No entanto, lutei pelo meu sonho, enfrentei medos e algumas controvérsias familiares que surgiram e, mesmo quando chegou a hora de entrar no elevador daquele que viria a ser o meu prédio durante pelo menos os próximos 3 anos da minha vida, já depois de os meus pais e irmãos entrarem no carro para fazer a viagem de retorno ao nosso lar, eu desatei a chorar e aqueles segundos entre o rés-do-chão e o 3º andar foram os mais sufocantes da minha vida. Os pensamentos de desespero e desistência assolaram a minha mente, entre inúmeras lágrimas, a vontade de pegar no telemóvel e pedir-lhes que voltassem atrás e me levassem com eles, que eu jamais seria capaz de tomar conta de mim num local que eu desconhecia sem ter qualquer ajuda amiga, foi absoluta. No entanto, respirei fundo e um simples pensamento demoveu-me de tal acção:"se toda a gente que passa por isto consegue, porquê que eu não hei-de conseguir? se eu desistir neste momento o que me garante que o que vem em vez disto é melhor ou mais fácil de lidar?". Entrei no apartamento, liguei o computador e a televisão e passei a tarde toda a tentar não me sentir sozinha com as inúmeras vozes que saíam desses aparelhos.
O primeiro ano foi simplesmente maravilhoso. A adaptação correu melhor do que alguma vez imaginei, a cumplicidade e camaradagem que surgiu naturalmente com as pessoas que me acompanharam ao longo desse tempo foi fascinante e, até os professores pareceram mais simpáticos do que as histórias de monstros que ouvia de outras pessoas antes de eu própria entrar na universidade. 
Com o segundo ano veio uma desilusão amorosa e um certo desânimo que se prolongou até ao terceiro ano onde, a acumular, surgiram dificuldades em cadeiras que ficaram por fazer. 
Este ano, com essas cadeiras da licenciatura, decidi especializar-me ainda mais fazendo também o mestrado na mesma área. Reuni forças, a desilusão amorosa foi-se esbatendo deixando apenas tristes memórias e a paixão pela área de estudos foi-se reacendendo pelo facto de poder partilhar de experiências de editores que perderam um bocadinho do seu tempo para ir às nossas aulas esclarecer-nos melhor sobre as diferentes áreas da edição (algumas que eu própria nunca tinha pensado e que me fascinaram), com demonstração das próprias obras que eles editaram e publicaram, explicando sempre as dificuldades mas também o prazer que é criar um objeto simplesmente arrebatador que fez parte de toda a minha vida: o livro!
Apesar de algumas dificuldades e obstáculos, sei que tenho que me concentrar fundamentalmente na paixão e em toda a magia que há nesta área e, peça a peça, ir construíndo o meu percurso sem pressas nem demasiadas preocupações, porque é isto mesmo que eu quero! Quero concluir a minha licenciatura e o meu mestrado o melhor possível, quero ir para estágio, aprender o máximo e dar o máximo de mim nessa experiência, quanto ao resto, logo se vê! Muitas vezes fazer planos em situações que não podemos simplesmente controlar são o pior plano possível, porque saíndo tudo ao contrário daquilo que tínhamos perspectivado não nos deixa ver alternativas que, por vezes, são o melhor para nós!

20.6.14

Das coisas que me irritam:

Pessoas do sexo feminino dizerem "obrigado" e pessoas do sexo masculino a dizerem "obrigada".

25.10.13

Diz que...

este blog já nem parece o mesmo...

18.9.13

Desabafo:

Apetece-me chorar. Detesto que a minha personalidade tenha mudado tão rápido. Que tudo o que sempre fui tenha voltado ao de cima tão rápido! O primeiro ano da universidade foi tão bom, estava tão bem com a minha nova maneira de ser positiva e alegre, sociável e confiante. Apaixonei-me e foi tudo à vida. Odeio ser tão influenciável... agarrar-me demasiado às pessoas e desiludir-me. Odeio pensar demasiado nas coisas, misturar o sonho com a realidade de tal forma que só me sinto a cair na escuridão quando na verdade as coisas não são como eu as interpretei na minha cabeça. Odeio pensar que os amigos que fiz no primeiro ano podem achar-me cada vez mais irritante e começarem a fartar-se cada vez mais. Odeio não me sentir capaz de fazer novas amizades porque já não consigo sair deste lado deprimido outra vez! E depois todas as circunstâncias da minha vida actualmente só me deixam cada vez mais em baixo. Deixa-me desmotivada sentir que a única pessoa que ainda me compreende e ajuda está a passar por uma doença tão grave que a pode levar à morte, que a minha família não ande a passar pela melhor das fases... Estou mesmo cansada de mim, mas de tal forma que sinto que já nada vai conseguir mudar outra vez! Sinto que tive a minha oportunidade de mudar, mudei e, à primeira dificuldade, voltei para o lado negro e depressivo de mim.

29.7.13

dia não:

Não dormi nada, no máximo duas horas e assim que adormeci tive sonhos parvos como ter enfiado a Emma (a tartaruga) num recipiente cheio de coca-cola e ela começar a inchar como se fosse explodir a qualquer momento com os olhos super assustados... Acordei com dores abdominais com vontade de vomitar cada vez que me encolhia um milímetro que fosse. Só me apetece chorar. Porque não consigo parar de pensar se ela estará bem ou não. E pensamentos sobre ela fazem-me neste momento pensar neles e é tudo muito triste e apesar do sol brilhar eu só sinto arrepios e quero mesmo chorar mas não consigo porque basicamente não me é permitido e a vida é uma merda mas também não posso dizer isto porque ao contrário das pessoas que mais admiro na vida não posso dar-lhes a única coisa que não consigo aproveitar.

30.10.12

desabafo

I feel like I'm wasting the best years of my life, seriously. Why am I so afraid of life anyway?

And this, ladies and gentlemen, is my fucking conscience speaking after a wasted day in bed doing completely nothing while other people live. Am I a total idiot or what?! 

A sério, a minha tartaruga hoje teve um dia mais emocionante que eu.
Mata-te Rita. -.-

19.9.12

Desabafo

Ando tão desmotivada. Odeio o mês de Setembro, sempre odiei. Ando apática, ando sem vontade de nada, sonolenta. Ando com a sensação de que vou ter uma explosão de choro a qualquer momento. Ando mesmo... As coisas passam-me pela frente e nem reparo. Ando esquecida de tudo e de todos. Não me sinto bem em O.H. por nunca ter momentos só meus, sem ouvir ninguém como não me sinto bem em Aveiro por estar sempre sozinha e, no entanto, se estou com as pessoas que mais adoro tanto num sítio como noutro e aparentemente me estou a divertir e a sorrir e distraída, há sempre algo, uma conversa, um gesto, há sempre um pormenor que me relembra que sou, por natureza, uma pessoa pessimista e depressiva. Andei o primeiro ano da licenciatura sempre alegre, pensei que tinha conseguido modificar quem era definitivamente, mas meteram-se as férias e o isolamento outra vez e foi como que uma saudade até de quem eu era. Mas agora, agora incomoda-me mesmo estar assim. E ao mesmo tempo só me apetece conformar que sou assim.
Eu não gosto de ser assim. Adorei a pessoa que fui no ano passado. Realmente uma pessoa se não está bem consigo própria, não está bem com o mundo, seja no norte ou no sul, nas montanhas ou na praia. É impossível. Quero tanto voltar a ganhar aquela vida que já acredito que existe em mim... Acho que o único momento em que me sinto mais abstraída destes sentimentos mais propícios é mesmo nas aulas de condução. É aquela novidade diferente, cativante que me torna numa aventureira de mim própria. Há falta de acção na minha vida, a verdade é essa... Não gosto da mudança e da novidade mas ao mesmo tempo fazem-me bem estes pequenos momentos de agitação e desafio. Eu quero mesmo acreditar que se estou assim é porque algo bom irá acontecer brevemente e me vai mudar outra vez, mas até lá...