esqueçam as sugestões da nanalew e o to remember do post anterior, eu já tenho anime para ver até ter netos! yeaaaaaaaaaay
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30.3.15
25.3.15
A faint clap of thunder, clouded skies; perhaps rain comes.
and I know that you won't stay here with me...
22.3.15
yamanai ame.
Ouvi dizer que és uma sombra cansada e começo a entender-te como uma. Vagueias pelo ar bucólico a teu belo prazer sem quereres que reparem em ti, és tu quem observa. As tuas peculiaridades podem parecer-te algo ausente e deslocado da realidade e, para mim, é essa mesma tua maneira de ser transcendente que me cativa, que me faz querer observar-te e conhecer os espaços mais recônditos da tua personalidade. A desmistificação de alguém como tu não ocorre de forma tão natural quanto um simples inspirar, as amarras que foste criando e o medo que te foi consumindo tornaram-te, apesar de tudo, inacessível a qualquer outra vida. A luta será complexa, vertiginosa até. A minha mente ficará exausta, o meu coração confuso, o meu quotidiano parado. Ainda assim, essa luta será, jamais, em vão...
(isto de escrever a meio do dia é complicado, mas com a música certa as palavras vêm ao sítio.)
20.3.15
nostalgia.
A música ressoava na imensidão daquele quarto, daquela divisão que não lhe pertencia. Um espaço tão vazio quanto o interior da sua alma. Não sabia tocar piano, mas a luz vermelha das teclas guiava-a por uma melodia que lhe era demasiado familiar, demasiado triste, demasiado íntima. Sabia de cor cada nota, mesmo sem saber a sua designação, sabia o seu significado, o seu tom e isso bastava-lhe. A efemeridade do som transportava em si memórias imbuídas de passados cansados e deturpados. As imagens cruzam-se nos seus olhos diluídas em lágrimas que são como ondas que não podem ser paradas. O som chega ao fim, mas ela continua a tocar. Não há fim... O preto e o branco confundem-se nos seus dedos, conforme os sentimentos se misturam dentro de si. Alguém a ouve do lado de fora e depreende a mensagem. A música tornou-se no labirinto em que ela se tenta encontrar e perder ao mesmo tempo e algo tão indecifrável não pode ser interrompido senão por ela. No entanto, as suas mãos persistem emaranhadas num som que nunca será desafinado, num som que chega ao fim, mas que nunca dará origem ao silêncio.
Ao som da música do post anterior. Ao som de memórias perdidas no passado, encontradas no presente.
19.3.15
ao adormecer, ao (não querer) acordar.
ou como eu faltei a uma aula de marketing editorial para ficar na cama a ouvir isto (e o resto da banda sonora) de olhos fechados.
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