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30.5.16

getting to know him.

24.5.16

oh spring...

that kind of feeling that makes you smiling without realizing it.

19.5.16

w(here).


You said no one would ever know
The love that we had shared.
As I took my leave to go
It was clear you didn't care

Where are you now?
Where are you now?
Do you ever think of me
In the quiet, in the crowd?

13.5.16

meter na cabeça.

Being afraid of things going wrong isn't the way to make things go right.

8.5.16

low expectations.

Sempre fui pessoa de criar baixas expectativas. Talvez derivado da minha falta de auto-estima e de achar que nunca nada ia correr bem e que eu não merecia nada acima do suficiente. Talvez por ser uma pessoa que se deixa derrotar e desmotivar facilmente, por ter dificuldade a combater as adversidades da vida, nunca me deixei levar por grandes sonhos ou aspirações. Nunca ansiei pelo muito, pelo melhor, pelo maior. Fico muitas vezes entusiasmada com determinada coisa, até que me apercebo da pessoa que sou e desço à terra, obrigo-me a ancorar os pés para não voar demasiado alto. Talvez não voar sequer. Uma vez em conversa com uma psicóloga admiti-lhe a custo que não me permitia criar demasiadas expectativas em relação a nada ou ninguém, pois sabia que se algo corresse mal a desilusão seria menor, o sofrimento seria menor, a culpa seria menor, ainda que eu não tivesse culpa de nada. E verdade seja dita, quando me empenho em algo ou alguém e dou o meu melhor, afeiçoo-me e a recuperação da desilusão é tremendamente difícil e demorada. No fundo, creio que não é com as expectativas que eu não consigo lidar, mas sim com a desilusão que por vezes advém quando não são correspondidas. 


“There is freedom waiting for you,
On the breezes of the sky,
And you ask "What if I fall?"
Oh but my darling,
What if you fly?”