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31.3.16

fuck.

I hate to be so weak. I hate that I can't overcome things. I hate to disappoint people who I admire.

28.3.16

you either win or learn.

Este fim de semana soube-me particularmente bem. Sentir a família unida, conversas e risos às refeições. Visitámos a avó, que infelizmente está cada vez pior e é triste senti-la afastar-se da vida gradualmente. Comprámos flores novas que plantámos. Vi o pai a transformar blocos de madeira em peças absolutamente maravilhosas no torno. Tirei imensas fotografias. Vimos um documentário sobre o Vietname. Matei saudades da gata.
Ontem à noite voltei a Aveiro e estabeleci objectivos para esta semana, fiz uma lista e, agora, tenho estado a ouvir motivational podcasts de um programa chamado Zig Zaglar enquanto arrumo a casa para depois trabalhar nas tarefas do estágio que propus a mim própria para esta semana. É segunda-feira, está um tempo bastante triste e cinzento e eu sou facilmente influenciada pela preguiça e tristeza, so let's get some motivation and do some work. Amanhã há mais.


24.3.16

opá, awkward.

estar a lavar a louça do meu pequeno-almoço/almoço/lanche, a ouvir Arctic Monkeys aos altos berros com os phones e a dançar like a crazy girl e a fazer lip sync porque sou demasiado self-concious para cantar num prédio onde até se ouve o vizinho do lado a fazer naughty things, when suddenly, sem eu me aperceber, entra a minha colega de casa... e assiste ao espetáculo, rindo-se mais da minha dança parva que propriamente do meu concerto mudo. Opá, ya... can't wait to live alone (with a cat)!


21.3.16

it still amazes me.

the lack of sleep I've been feeling lately. Back in the old days it was the part of the day I enjoyed the most because I could dream, I could let the imagination fly to different worlds. Nowadays it has a whole new meaning like if I sleep my head will stop being "entertained" and will think about all these bad things that I feel inside of me, and I know I'm not prepared to deal with all those scary emotions. Just by acknowledging this, I can already feel the tears stream down my face. I just saw the film "pretty woman" for the first time, I don't really know why I've never seen it before because I completely adore Julia Roberts, but anyway, I finished it and of course it has a happy ending, I smiled the entire time, but now I'm writing this and I just feel like shit, honestly. I don't even know why I'm not writing in Portuguese, but then again, the least thing I want is to feel this sad, and perhaps writing this in a different language will create distance between words and reality. Or I'm just fooling myself into it. 
There are no happy endings, the end is the worst and saddest part. And now it comes the deepest cause of my unhappiness. My grandma was diagnosed with accelerated dementia. One of my favorite people is losing everything, both physical and mentally capacities. She remembers stuff from the past, but doesn't recognize it as the past. She will probably forget me someday. The same way sometimes she talks about my grandpa like he's still alive, she might one day forget that I exist, that I'm her youngest granddaughter, the one she always cared so much for. And the truth is, she might not understand what's happening to her, but I am. She might forget me, but I'll never forget her. She might not suffer from this, but I am. It hurts me so much seeing her like her whole life was a lie, like the people she created and took care of and loved don't exist anymore in her mind. It hurts me to think that every day I make an effort to live a good life and be happy, when in the end it's just oblivion and pain and nothing was worth it.

18.3.16

quatro da manhã, hey!

e eu a comer um pastel de nata ali da doce Aveiro... Ou como depois do choro vem a fome. Fml se eu hoje não durmo...

não sei.

Permanece tudo silencioso. Por vezes o elevador quebra o vazio trazendo alguém ao seu abrigo. Alguém que talvez se tenha divertido e bebido até cair, mas encontrou forças para voltar. Quiçá alguém que tenha simplesmente ido numa aventura em busca de estrelas que são camufladas pelas luzes da cidade. Talvez... O ruído cessa e apenas ressoa nos meus ouvidos o triste instrumental que escolhi para me acompanhar neste serão. A ausência de sono une-se ao tormento de ideias que me consomem de forma corrosiva. Um estado inesperado de masoquismo comanda os meus olhos numa busca incessante de algo que sei que não quero ver e sinto-me fraca por não conseguir controlar o que faço neste meio virtual. Sinto os olhos lacrimejar e luto para que esta materialização de sentimentos não ocorra. Uma luta em vão, como todas as outras. Encolho-me num canto desta cama demasiado grande e deixo a noite envolver-me de penumbra. Amanhã é um novo dia. Amanhã há mais. Talvez a tristeza inevitável, talvez uma alegria aparente, talvez a apatia habitual. Talvez...

suddenly.

feeling extremely sad and not knowing why... I honestly hate this so much.


hold me close.

17.3.16

have you ever thought why my nickname is asemnome?

because if you get my name wrong, I won't get pissed off cuz I wish I was somebody else...

But I hear it inside my head all day.


«Many of my movies have strong female leads - brave, self-sufficient girls that don't think twice about fighting for what they believe in with all their heart. They'll need a friend, or a suporter, but never a saviour. Any woman is just as capable of being a hero as any man.» - Hayao Miyazaki

16.3.16

we're all damaged here.

Nem sei bem como começar este post. Fui pela primeira vez sozinha ao cinema. It was a big deal. Já perdi vários filmes por ter demasiado medo de enfrentar os olhares e comentários preconceituosos por uma rapariga de 22 anos ir sozinha ao cinema em pleno século XXI. Ainda que esses olhares e comentários só existam na minha cabeça... 
Este foi só mais um dos dramas que a ansiedade criou em mim. Achar que para realizar determinadas actividades ou ir a certos lugares são necessários pelo menos dois. Para muita gente isto pode parecer supérfluo ou até ridículo, mas ninguém faz ideia do quão nervosa eu estava quando saí da porta de casa hoje e caminhei até ao shopping. Uma vez lá, tentei percorrer uma loja de roupa até ganhar coragem. Cheguei à porta do cinema, faltavam 15 minutos para o filme começar. Voltei para trás e fui sentar-me num sofá a mandar sms's à minha melhor amiga inventando mil e uma desculpas, mais para mim que para ela, em como não ia seguir com o plano para a frente. 
Faltavam 5 minutos para o filme começar, levantei-me, entrei e fui ter com a senhora do balcão:"boa tarde, é um bilhete para o Convergente por favor". Agarrei na embalagem pequena das pipocas (que é demasiado grande para uma só pessoa) e lá segui eu para a sala número 6. Entrei na sala onde estavam dois casais... voltei a ouvir aquela voz interior irritante:"You don't belong here, You shouldn't be here alone!". Se há algo bom num cinema, é a falta de luz, acrescentando isso à minha pitesguice, lá consegui ignorar as restantes pessoas e ir até ao meu lugar. Uma fila só para mim. Acabaram por entrar mais duas pessoas sozinhas e lá consegui descontrair um pouco por eu não ser a única sem companhia ali. 
No fundo, isto tudo para dizer que apesar de o filme me ter desiludido um bocado em relação ao livro, it made me a stronger woman, ahah!

SPOILERS:
- Mudaram por completo o final do livro no filme... a protagonista não morreu como era suposto, nenhum bad guy morreu, a única que fez o sacrifício em prol de algo melhor foi a Tori e, de certeza, o único momento que abalou os corações das 6 pessoas que estavam naquela sala de cinema comigo;
- Que raio de cenário foi aquele?! Lá porque a humanidade anda em guerra e destrói tudo não significa que o planeta se transforme em Marte ao ponto de ficar tudo vermelho, cheio de crateras e chuva que mais parece sangue, put your shit together man!
- Estava tudo muito futurístico... os intrépidos passaram por tanto a aprender a lutar que nem o Jackie Chan para agora usarem drones?! E que raio de bolhas de plasma ou wtv eram aquelas em que eles esvoaçavam porque o ar era contaminado?! 
- Ok, o Tobias (Theo James) conseguiu ter um destaque maior no filme, podiam era tê-lo despido um bocadinho mais, se era para deixar toda a gente feliz com a maneira como alteraram o enredo então dessem um bocadinho daquilo que realmente as pessoas querem ver!

14.3.16

my little goofball.

my mom called. she said the cat is sleeping in my bed.