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28.4.15

don't forget now.


"Dorme bem, boa noite :)"

e tu, dormiste bem?

27.4.15

hopeless.


And in my dreams, I meet the ghosts of all the people who've come and gone
Memories, they seem to show up so quick but they leave you far too soon

23.4.15

"gostas de morangos?"


eternal sunshine of the spotless mind.

- Joely?
- Yeah Tangerine?
- Am I ugly?
- Uh-uh.
- When I was a kid, I thought I was. I can't believe I'm crying already. Sometimes I think people don't understand how lonely it is to be a kid, like you don't matter. So, I'm eight, and I have these toys, these dolls. My favorite is this ugly girl doll who I call Clementine, and I keep yelling at her, "You can't be ugly! Be pretty!" It's weird, like if I can transform her, I would magically change, too.
- [he kisses her] You're pretty.
- Joely, don't ever leave me.
- You're pretty... you're pretty... pretty... I can't see anything that I don't like about you.
- But you will.


19.4.15

unseen.

Faith is taking the first step even when you can’t see the whole staircase.
- Martin Luther King Jr.

16.4.15

epifanias

Todos os dias nos vemos obrigados a competir pela excelência, a ultrapassar obstáculos até atingir o topo, a modificar defeitos até atingir a perfeição. A verdade é que odeio a perfeição, odeio não por não a conseguir atingir, mas por ser algo quase exigido todos os dias não só pela sociedade que nos rodeia bem como por nós próprios, pela mentalidade de cada um. No fundo, a perfeição não existe sequer, muito menos nos seres humanos, sejam eles como forem, melhores nisto ou melhores naquilo, nunca são nem nunca serão perfeitos, estaremos longe de o ser. Persistimos em criticar os outros e nos auto-criticar, levando a crer que isso poderá melhorar algo em nós ou nos outros, quando há um conceito estereotipado sabe-se lá porquê ou por quem. Para ser sincera, o que estou a tentar transmitir com esta divagação é que cada um é como é, não percebo porquê que temos que ter "defeitos" ou porquê que têm que ter uma conotação tão negativa quando, no fundo, são características que nos definem, que nos dão identidade e personalidade. Olhamos para outras pessoas, reparamos nos traços ditos negativos e tentamos evitar sem sequer dar o benefício da dúvida, como se nós próprios fôssemos perfeitos ou melhores, quando são conceitos absolutamente abstractos e diferentes para cada um. A ironia de que temos que controlar tudo em nós, tudo no mundo, quando um dia vamos simplesmente desaparecer enquanto que o resto do mundo, mesmo aquilo em que não há vida, persiste.
Enfim, aqui fica o meu desabafo após me ter recriminado por ter cedido ao ímpeto de passar pelo McDonald's quando ando há coisa de um mês a saladas, sopas e fruta para tentar melhorar (entre outras coisas como a saúde) os ditos defeitos estereotipados sabe-se lá porquê ou por quem.

14.4.15

bittersweet.

Adeus, adeus para sempre
Já que o amor não deixou
Amizade nem desejo
Nem qualquer pena ficou
É bom o afastamento
Se nele não há sofrimento.
- Fernando Pessoa.

you remind me of someone...

... someone I want to be. Someone that I actually am when I'm with you.

11.4.15

how lonely sits my heart.


You've got the easiest position to destroy my life 
All you have to do is arrive

8.4.15

may your heart be the map.


- Was I able to live inside your heart? 
- You barged right in without taking off your shoes.

7.4.15

shigatsu wa kimi no uso

Such a cruel boy. Telling me to dream one more time.

6.4.15

reticências

I didn't know I was lonely 'til I saw your face
I didn't know I was broken 'til I wanted to change

5.4.15

look straight ahead and don't look back.

Tudo o que é bom acaba depressa. Esta semaninha de completo dolce fare niente (apesar de ter muito que estudar, não peguei quase em nada) repleto de família, minecraft, gata, anime, música, casa, etc. lá se acaba hoje à noite quando regressar a Aveiro. Por um lado faz-me falta a rotina e a independência, gerir o tempo e o espaço a meu belo prazer, mas por outro vão ser pelo menos duas semanas sem voltar a casa e a anteriormente independência reverte-se para mera solidão. Enfim, a vida tem que seguir em frente e eu tenho que fazer o que me compete! Até logo Aveiro.

3.4.15

sem sentido.

ontem fui um neologismo, hoje sou uma antítese. residem em mim atitudes contraditórias derivadas de sentimentos paradoxais. sou um todo que nada quer. a minha mente contrai-se com o amontoado de vozes familiares, no entanto, não consegue suportar o vazio do silêncio absoluto. o passado insiste e o futuro intimida. detenho em mim uma personalidade de oposições que teimam em controlar algo que não sei ser...