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27.5.13

The Nightmare:

Eu devia ter acordado às 9h... acordei eram 11:20h! Durante esse tempo tive um sonho sobre um pequeno pânico que eu tinha das primeiras vezes que tive que andar de comboio quando vim para a Universidade.

Portanto, tudo com uma viagem num carrossel super fino e cheio de gente que me levava até ao verdadeiro comboio. Assim que cheguei à estação ia super tonta e o comboio em que toda a gente estava a entrar estava quase a partir e eu entrava muito a custo e já com a porta a fechar que nem me lembrei de ver antes para onde é que ele iria. Entro e a primeira coisa que faço, para além de me sentar e descansar, é perguntar a uma senhora se o destino era o que eu queria. A senhora diz-me que aquele é um comboio reservado a uma excursão até Madrid sem paragens. Como já íamos em andamento eu comecei a entrar em pânico porque, como é óbvio, eu não queria sequer sair do país! Olho para a minha carteira e reparo que só lá tenho 5 euros, não dá quase nem para comer... olho para o telemóvel e reparo que a bateria está a menos de metade. Apresso-me a telefonar para o telemóvel da minha mãe mas ninguém atende. Eu cada vez mais nervosa com a situação começo a choramingar e a tremer e as pessoas começam a reparar em mim. Tento telefonar para casa e finalmente a minha mãe atende-me! Explico-lhe o sucedido, ela fica chateada mas pede-me para tentar ficar calma que eles tentam ir a Madrid para me ir buscar, para perguntar a alguém dentro do comboio quando é a hora prevista de chegada e em que estação. Eu faço isso e tento telefonar outra vez mas ninguém atende. Para nenhum número! Eu começo a chorar e a soluçar cada vez mais nervosa e as pessoas começam a reunir-se à minha volta para tentar saber o que se passa. Eu vou contando a minha história e sempre desesperada entre choros e implorando para que alguém faça aquele comboio parar, seja onde for, mas antes de sair do país. De repente, não sei como, estou à frente, ao lado do maquinista. Íamos a descer uma estrada de alcatrão (pois, muito estranho para um comboio!) e há imensas criancinhas no meio da rua a brincar com os pais e eu fico nostálgica porque se calhar nunca mais vejo a minha família e o telemóvel toca, mas é só o sinal da bateria que obriga a desligar o telemóvel e eu exclamo:"Pronto... acabou-se!" ao que o maquinista para o comboio, olha para mim e sorri dizendo:"vamos, sai do comboio... estamos dentro de uma localidade portuguesa, pode ser que alguém te ajude. Despacha-te vá! Estamos a atrasar a viagem dos outros. Boa sorte!", eu saio e vejo uma placa que diz o nome de uma terriola perto da minha e, como não tenho telemóvel, decido ir a pé. Chego a casa, vejo o meu pai deitado no sofá a ver televisão e a minha mãe a dormir, nada preocupados, então corro para o meu quarto. E depois acordei!

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