This place doesn't feel like home, like it used to...
13.11.19
19.10.19
2.10.19
1.9.19
20.8.19
4.8.19
vazio.
Parece uma rotina. Algo tão quotidiano quanto o despertador que esquarteja o sono profundo. Noite após noite chega o momento em que a dor exacerbada se apodera da mente exausta. Os olhos perdem-se na luz forte do ecrã enquanto o entretenimento vai desfilando sem qualquer importância ou interesse. É um som mudo desprovido de qualquer sentido, apenas para preencher uma lacuna sensorial. De repente, aquilo que era apenas um ruído de fundo quase imperceptível, converte-se num tumulto demasiado complexo e com um peso incrivelmente possante. A força com que a debilidade existe em mim é impressionante. Este oxímoro ardil que surge e me estrangula com tanta persistência que juro que vou morrer de tão fraca que me sinto. Traçam-me o rosto quentes lágrimas, abundantemente e sem qualquer destino, criando um mapa ilegível. Também no meu rosto sinto um certo rubor e os meus lábios efervescem. Sinto que deveria ser o oposto, que deveria envolver-me uma sensação gélida que reflicta este estado de apatia, de efectivamente ir deixando de existir.
3.8.19
and I feel so lonely.
“And the danger is that in this move toward new horizons and far directions, that I may lose what I have now, and not find anything except loneliness.”
― Sylvia Plath
2.8.19
1.8.19
28.7.19
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